Cotidiano Posts

65 anos

65 anos

Completei ontem 65 anos e sei que hoje estou mais perto dos setenta.

Passei o dia de ontem completamente absorto no meu envelhecimento, nas coisas que tenho praticado e experimentado nos últimos trinta anos.

Muitas coisas perderam completamente a importância, outras ganharam muito espaço no meu radar, e outras tantas foram relativizadas.

Tudo que aprendemos

Tudo que aprendemos

Tudo que aprendemos é fruto das experiências que vivemos.

Temos que valorizar cada passagem de nossa vida, seja ela boa ou sofrida.

De repente somos atingidos por notícia ruim, uma perda, um sofrimento. Nada na nossa vida vem por acaso, e tudo vem para nos ensinar alguma coisa.

Deixe o bem te atingir em cheio

Deixe o bem te atingir em cheio

Deixe o bem te atingir em cheio.

Perceba a sintonia com tudo que há de bom no universo.

Não basta afastar o sofrimento e se livrar da raiva e do ressentimento.

O especial em cada um de nós

O especial em cada um de nós

Somos todos pessoas especiais, e há uma pessoa especial em cada um de nós. Somos únicos e temos uma contribuição positiva à sociedade que somente nós podemos fazer. Mas precisamos saber disso, e precisamos agir nesse sentido.

Tudo que acontece na sua vida é porque você especial.

Cada um conduz a própria vida de maneira particular e isso nos torna indivíduos únicos e genuínos.

Faça espionagem consigo mesma

Faça espionagem consigo mesma

Faça uma espionagem consigo mesma, monitorando a sua conversa interna.

Grampeie a ligação, transcreva o conteúdo. Faça uma reflexão.

As recordações de feridas passadas

As recordações de feridas passadas

Passamos muito tempo de nossas vidas nas recordações de feridas passadas, um sentimento de que elas nunca se fecharam.

A vida nos prega muitas peças, somos atropelados sem aviso, e acabamos com muitas cicatrizes, mas a vida é a vida. Seguimos adiante, olhando para o futuro com otimismo e fazemos tudo para que hoje seja melhor que ontem.

Na escuridão, não enxergamos e nos confundimos

Na escuridão, não enxergamos e nos confundimos

Precisamos da luz para nos reconhecermos na escuridão. Com a luz, ganhamos identidade, individualidade, mostramos a nossa cara. Temos que evitar a sombra da ignorância.

Me recordo sempre da canção muito antiga de Sergio Endrigo, “Pesci Rossi”. A canção começa assim: “come faranno i pesci rossi in fondo al mare a riconoscersi tra loro tutti  neri nell’oscurità”.A canção explica que na escuridão todos os peixes são pretos. Sendo assim, como é que os peixes vermelhos vão se reconhecer, como se destacarão dos outros peixes na escuridão do fundo do mar.