Cortesia Posts

Ouvir é um ato de amor

Ouvir é um ato de amor

Não prestamos mais atenção às pessoas, e muito menos ao que elas têm a dizer.

Estamos conversando com os outros, mas prestamos atenção apenas naquilo que dizemos – mais parece um monólogo.

Quando estamos com os outros, devemos estar presentes de verdade, e ouvir atentamente o que os outros têm a dizer, é um ato de amor, de generosidade.

Alegria de fazer

Se algo deve ser feito, é inevitável fazer, escolha fazer com alegria.

A alegria não vem com mais esforço, e muitas vezes não vem com o resultado.

A alegria em fazer, viver, interagir, é uma atitude que temos que ter com tudo que fazemos na vida.

Não há inocência ou ingenuidade nisso.

O poder da sua presença

Compreenda o poder da sua presença. Nós subestimamos o poder que a nossa presença tem nas outras pessoas. Toda vez que estiver na presença de outra pessoa, se dedique totalmente, não fique alheio, distraído, aproveite bem e interaja generosamente.

Dê esse precioso presente à outra pessoa, esteja disponível enquanto estiver com ela.

Ouça com atenção, se mostre interessado, dê sua opinião sincera, dê boas gargalhadas.

Quando o motivo do encontro for triste e complicado, seja compassivo, aconselhe, ofereça a ajuda de um ombro amigo.

Capriche nos relacionamentos.

Quando damos qualidade às interações humanas, os objetivos são atingidos, somos mais produtivos, mais criativos e incontáveis benefícios são colhidos, inclusive para a nossa saúde.

O padrão de conexões que as pessoas estabelecem umas com as outras, especialmente no trabalho, definem em grande monta o resultado que é obtido dos processos. Os projetos, a criação de novos produtos e a solução dos problemas são fortemente impactados pela maneira como as pessoas se tratam.

A cooperação e o trabalho conjunto, fundamental para qualquer ambiente não convivem com a desconfiança, bullying, julgamento e críticas destrutivas, descaso, desconfiança e fofocas.

Lidando com as colisões humanas.

Na nossa vida estamos vez por outra colidimos com as pessoas, sejam nos relacionamentos, nas opiniões, nas atividades, enfim, não há como agradar a todos. Precisamos aprender a lidar com encontrões muitas vezes involuntários.

Há pessoas que ficam iradas por qualquer coisa, e basta um esbarrão para ficar de cara amarrada pelo resto do dia.

Outras são capazes de relevar, atribuir importância adequada para cada situação. Mas sei que somos capazes de contrariar e mesmo de ofender as pessoas, e há muitas formas de lidar com isso.

A primeira providência clara é reconhecer o incômodo que causamos e se desculpar imediatamente. Quando isso acontece em público, em meio a outras pessoas, é importante se retratar ali mesmo, na frente de todos.

Qualidade nas interações.

Prime por conexões humanas cheias de qualidade, carregadas de energia positiva.

Não deixe o rancor, os ressentimentos a inveja e tantos outros sentimentos negativos povoarem as suas conexões com as pessoas. Não coloque veneno, não ofenda nem provoque reações que você mesmo não vai apreciar.

Plante exatamente o que quer colher. Se você quer simpatia, seja simpático. Se você quer ser bem tratado, trate bem os outros.

Experimente algumas receitas que dão resultado.

Toda vez que passar pelo caixa do supermercado, dê um sorriso autêntico, do fundo do coração, e faça um comentário positivo, elogie e seja agradável.

A economia dos favores.

Podemos e devemos ajudar os outros. Quando acontece conosco nos sentimos gratos pela ajuda que recebemos, mas devemos evitar a economia dos favores.

O favor que recebemos e nos coloca em dívida, não é uma ajuda que vem do coração, é a reciprocidade burocrática que temos que evitar, pois isso mina as amizades.

Temos que ajudar sem esperar nada em troca, e essa ajuda, mesmo contemplando reciprocidade, não deve criar obrigações.

A economia de favores soa corrupção, favorecimento, nepotismo e práticas pouco saudáveis, é o toma lá dá cá de sociedades pouco desenvolvidas.