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Quem são os 5 ladrões de felicidade – aprenda a lidar com eles.

Quem são os 5 ladrões de felicidade – aprenda a lidar com eles.

Os ladrões de felicidade nos atacam diariamente e nos roubam o que há de mais valioso. Aprenda a identificar e lidar com eles de uma vez por todas. Aprendi no livro de John Izzo, “Os 5 ladrões da felicidade“. Neutralize-os, ou faça com que eles estejam a seu favor.

Controle:

O primeiro grande ladrão de felicidade é o controle. A vontade de controlar tudo na sua vida. Imaginar que está no controle do mundo, do seu destino e do destino de outras pessoas.

Não somos tão poderosos assim, e é importante desenvolvermos a aceitação daquilo que está fora do nosso controle.

Ego:

O ego no sentido negativo, do egoísmo, da vaidade, do exagero de foco em si mesmo.

Damos muita importância a nós mesmos, fazemos muitas comparações e deixamos de apreciar a vida, os relacionamentos e a beleza escondida em cada pessoa.

Enquanto colocamos o nosso olhar obsessivo no nosso eu, perdemos de vista a direção, o propósito e sentido na vida.

Desejo:

O desejo intenso em muitas coisas na vida, e que levam à decepção com a vida, com os resultados e com outras pessoas.

Vamos com tanta vontade na direção do nosso desejo que muito facilmente vemos frustradas as nossas expectativas.

Consumo:

A sensação de que lá fora há sempre algo que você precisa.

O impeto de sair comprando, na ilusão de que coisas materiais irão trazer a felicidade, a satisfação com a própria vida.

Cultivamos a inveja, e nas comparações, passamos a correr atrás daquilo que os outros possuem.

Conforto:

Finalmente o conforto, no sentido da inércia, da manutenção de padrões, mesmo que eles não sirvam mais, ou sejam até prejudiciais.

É muito mais fácil ficar onde está. É muito mais confortável manter os hábitos, mesmo que sejam nocivos.

Mas a vida fica mais interessante quando mudamos, e mudamos para melhor.

Somos enganados pela necessidade de segurança, vontade de se proteger, buscando rotinas e evitando correr riscos. Isso pode vir como um disfarce da acomodação e do conforto.

Fique atento para os ladrões de felicidade.

Rubens Sakay

Faça espionagem consigo mesma

Faça espionagem consigo mesma

Faça uma espionagem consigo mesma, monitorando a sua conversa interna.

Grampeie a ligação, transcreva o conteúdo. Faça uma reflexão.

Não deixe a vida correr solta, sem controle, sem timão

Não deixe a vida correr solta, sem controle, sem timão

O cotidiano tem o poder de nos colocar em piloto automático, nem percebemos e o ano já sei foi.

A felicidade está em viver intensamente cada momento. No entanto, os afazeres do dia-a-dia, frequentemente nos colocam anestesiados, insensíveis às emoções da vida. Isso pode significar tocar as tarefas no escritório, voltar para casa e tocar a lista interminável de coisas para fazer.

Lavar pratos e roupas pode ser uma atividade insana, pois tudo vai se sujar novamente.

Não seja tão centralizador, delegue o quanto puder

Não seja tão centralizador, delegue o quanto puder

Não assuma esse papel de centralizador. Pare de centralizar tudo em você, procure delegar o que for possível.

Você já se sentiu como alguém que tem muita coisa nas suas costas.

Pense se não está na hora de descentralizar, de delegar e compartilhar as responsabilidades.

Isso vale para os assuntos familiares e principalmente para os do trabalho.

Compartilhe as decisões.

Tentar controlar tudo e todos te deixa descontrolado, reflita

Tentar controlar tudo e todos te deixa descontrolado, reflita

Temos uma tendência natural de querer controlar o mundo, e invariavelmente entramos em conflito com outras pessoas. Isso sem contar a decepção nas nossas iniciativas, pois a realidade é muito complexa e a nossa capacidade é realmente limitada.

Quando jovens, lutamos pela possibilidade de controlar a nossa vida e até pelo direito de controlar as nossas coisas.

Sonhamos com o dia em que completamos 18 anos para ter o controle sobre a própria agenda, dirigir, não dar satisfação aos pais.

Já adultos, e com a maturidade, passamos a olhar o mundo com mais aceitação. Deixamos um pouco de lado esse ímpeto de impor a nossa vontade, de controlar tudo que nos cerca.

Deixe o rancor dar lugar à serenidade

Deixe o rancor dar lugar à serenidade

Não podemos evitar que as pessoas, às vezes, nos tratem de maneira rancorosa.

Não temos controle sobre as outras pessoas e isso não deve nos aborrecer. Aceitar as pessoas como são, sem querer transformá-las segundo o nosso padrão, é um grande passo para a felicidade e relacionamentos saudáveis.

Receba o rancor com suavidade, e isso será a sua melhor proteção para que o rancor não te pegue e não afete a sua paz de espírito.

O comportamento das pessoas é algo muito complexo, e difícil compreender as reações das pessoas.

Ajude as pessoas e não queira modificá-las

Ajude as pessoas e não queira modificá-las

Ajude as pessoas, e não tente mudar as outras pessoas com o propósito de ajudá-las.

Há um limite tênue entre querer ajudar as pessoas e o desejo discreto de querer modificá-las. Precisamos nos policiar para não querer que as pessoas sejam iguais a nós, gostem daquilo que gostamos, e julguem as situações como nós as julgamos.

É um instinto paternal de conduzir, de influenciar, de ensinar, de tomar a mão.

Ajudar é fantástico, e assim é ensinar, mas devemos permitir que as pessoas aprendam no seu tempo, e aprendam a lidar com os seus problemas.