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Compulsões nos afastam do convívio normal e são difíceis de detectar

Compulsões nos afastam do convívio normal e são difíceis de detectar

Reconheça a seu comportamento compulsivo, qualquer que seja. Faça alguma coisa para se afastar dele, adote algum mecanismo que leve a minimizá-lo. Quando for o caso, procure ajuda profissional.

O excesso, motivado pela compulsão, vai faltar em algum lugar precioso, e a felicidade e o bem-estar podem ser prejudicados.

Fique atento para os alertas dos seus familiares e amigos mais próximos.

O comportamento compulsivo não é facilmente auto-percebido, assim como a febre, a gripe ou outro sintoma físico. É mais parecido com o estresse que vai tomando conta do nosso cotidiano, e quando estamos no limite, qualquer pequena coisinha já nos tira do sério.

Compenetrado é diferente de compulsivo, e às vezes inventamos desculpas para justificar a nossa compulsão.

Muita coisa na nossa vida exige uma concentração e foco, mas a obsessão e a compulsão por aspectos pouco construtivos, pode se caracterizar em uma patologia que exige atenção.

Mentir dá trabalho.

Às vezes pensamos que falar a verdade dá trabalho, mas saiba que mentir dá um trabalho enorme.

Aquele que mente, conta uma coisa diferente a cada situação, e quando questionado, precisa se lembrar de qual mentira estamos falando.

Quem fala a verdade tem sempre as palavras na ponta da língua.

Disse o escritor Mark Twain: diga sempre a verdade e você não terá que se lembrar de nada.

Não é nada pessoal.

Observamos a montanha, majestosa e devemos mirar no seu exemplo quando se trata de enfrentar as adversidades da vida.

É uma metáfora muito boa.

Ela é bombardeada milhões de vezes pelos ventos, tempestades, granizo, e continua impassível, elegante, humilde, mas portentosa. E o mais importante, ela não leva nada pelo lado pessoal, eu imagino.

O mesmo não acontece com a gente. Qualquer coisa que acontece de errado, temos uma tendência de levar para o lado pessoal.

Entrando sempre para perder.

Em muitas ocasiões entramos sempre para perder.

Às vezes já sabemos de antemão que vamos perder – mas estamos no piloto automático.

Nem pensamos mais se é uma batalha perdida.

Nem avaliamos se estamos ou não jogando o nosso tempo e paciência literalmente no lixo.

Harriet B. Braiker

A Dra Harriet B. Braiker psicóloga clínica desenvolveu vários trabalhos na área da compulsão por agradar.

Escreveu um livro, The Disease to Please, traduzido e editado no Brasil com o título A Síndrome da Boazinha.

Dra Braiker faleceu prematuramente em 2004 com 55 anos de idade. Ela dedicou a vida profissional em pesquisas envolvendo o comportamento da agradadora compulsiva.

Se livre das compulsões.

Reconheça a seu comportamento compulsivo, qualquer que seja.

O excesso, motivado pela compulsão, vai faltar em algum lugar precioso, e a felicidade e o bem-estar podem ser prejudicados.

Quando for o caso, procure ajuda profissional. Fique atento para os alertas dos seus familiares e amigos mais próximos. O comportamento compulsivo não é facilmente auto percebido assim como a febre, a gripe ou outro sintoma físico.

Compenetrado é diferente de compulsivo.

Muita coisa na nossa vida exige uma concentração e foco, mas a obsessão e a compulsão por aspectos pouco construtivos, pode se caracterizar em uma patologia que exige atenção.

Alguns comportamentos podem complicar a vida do indivíduo, a compulsão por comprar, ou mesmo ganhar dinheiro, assim como a compulsão por sexo, comida e jogo.

Observe se você anda fazendo muito de alguma coisa e que seus amigos julgam um excesso.

Observe ainda se os seus amigos não estão se afastando de você por desse comportamento, e reflita se isso não é uma compulsão.

Às vezes são apenas idéias recorrentes que não saem da sua cabeça e acabam dificultando a própria vida cotidiana.

Alguns comportamentos aparentemente inofensivos, como a compulsão por limpeza e faxina, ou mesmo organização podem atrapalhar.

Estava outro dia, assistindo pela enésima vez o filme – Melhor Impossível, onde o ator Jack Nicholson, interpreta um escritor com vários comportamentos compulsivos, que o afastou do convívio normal com as pessoas.

O tratamento e a cura, no filme, vieram com a descoberta de um grande amor.

Fique atento, e aceite ajuda.

Beco