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Uma pequena arrumação

Uma pequena arrumação

Arrume a bagunça, e comece pelo seu armário. Um pouco de ordem, uma pequena faxina já vai levantar o seu ânimo. Ninguém consegue se animar no meio de muita bagunça.

Isso vale para a gaveta do seu trabalho, sejam os arquivos de papéis, a despensa da casa, a garagem e o próprio porta luvas  do carro.

As coisas desarrumadas nos deixam para baixo toda a vez que nos deparamos com ela.

Não só perdemos menos tempo procurando as coisas, mas apenas voltar os nosso olhar para as coisas arrumadas nos dá uma sensação agradável. Ninguém gosta de viver no ambiente fora de ordem.

Passe adiante o que aprendeu

Passe adiante o que aprendeu

Se você aprendeu alguma coisa interessante, passe adiante. Você não perde nada por passar aos outros uma boa dica, um conhecimento, uma boa receita.

Quantas boas dicas nós recebemos ou descobrimos e que podem ser úteis para outras pessoas. Passe adiante. Vai te fazer bem.

Não há nada como ajudar alguém, descompromissadamente, sem qualquer interesse envolvido, e sem esperar nada em troca.

Ajude os outros a terem sucesso.

Ajude os outros e será ajudado.

Se alegrar pelos outros também traz alegria para si próprio.

Afaste a inveja e as comparações. Sinta a sensação agradável de apreciar o sucesso dos outros, e saiba que isso não vai, em nenhum momento, limitar as suas próprias realizações.

Não vivemos isolados no mundo, e sempre vamos precisar de alguma ajuda, e quem ajuda é também ajudado de alguma maneira.

Muitas vezes, o sucesso na nossa vida vem no contentamento de ver tanta gente ser bem sucedida. Se podemos ajudar os outros de alguma maneira, temos que aproveitar a oportunidade.

Quando digo ajudar, nem sempre é com contribuição financeira, quem nem sempre é possível, mas com uma palavra de apoio, um conselho, um ouvido amigo.

Use o conhecimento que possui.

Use aquilo que já aprendeu. Não deixe isso tudo armazenado na sua mente sem uso.

Teste o conhecimento com os outros, discuta, coloque à prova, pois ele se torna obsoleto muito rápido.

Um conhecimento sem uso é um desperdício enorme. Faça o seu conhecimento gerar algum benefício para outras pessoas, ajude os outros, ajude o planeta.

Procure tornar o lugar onde vive um lugar melhor para todo mundo, e busque novos conhecimentos para tornar essa tarefa mais produtiva.

Use o seu conhecimento para mudar a sua vida, coloque-o ao seu favor, a serviço da sua felicidade e bem-estar.

Seja firme e não raivoso.

Há muitas ocasiões que temos que colocar a nossa insatisfação, a nossa reprovação e descontentamento.

Devemos fazer isso de forma firme, mas não raivosa. A serenidade é valiosa nessa hora também.

Entenda que o seu descontentamento pode ser construtivo, motivar mudança na forma de agir de outra pessoa.

Quando colocamos raiva nas nossas palavras, vamos provocar uma reação parecida, e aí não vamos aproveitar nada.

Não precisamos de chicote para fazer o bem.

Parafraseado o autor Michael Dow que escreveu o livro: “Thank God for Evolution (agradeço a Deus pela evolução)”, somos seres naturalmente bons. Não precisamos de um chicote que nos obrigue a fazer o bem. Fazemos o bem naturalmente, e devemos sempre ter em mente e manter o contato com esse ser genuíno e bondoso que há dentro de cada um.

Fazer o bem nos dá uma satisfação enorme, e ao contrário, fazer o mal nos traz um sentimento de culpa e de inadequação. Fazemos o mal e nos sentimos como se algo vital fosse retirado do nosso organismo. Sabemos que nos foi retirado um pouco da virtude da honestidade, da generosidade da capacidade de amar e se dar.

Não ignore as pessoas.

Trate bem todas as pessoas com quem interagir, olhe nos olhos. Não ignore, como se as pessoas fossem postes.

As pessoas passam por nossa vida não é por acaso, e temos que estar atentos, dedicar o nosso tempo.

Às vezes somos estimulados para uma interação casual, e nos escondemos, fugimos e ignoramos as pessoas, seja no mercado, nos aeroportos ou na fila de um banco.

Se dedique, mesmo que não conheça a outra pessoa.