Catástrofe Posts

Copo quebrado

Copo quebrado

Deixe o copo quebrado ser apenas um copo quebrado. Não exagere nos pensamentos negativos. Dê espaço para o positivo entrar na sua vida. Todos nós temos uma tendência a se apegar às coisas negativas.

Aceite o copo quebrado

Aceite que coisas ruins aconteçam a ti, mas não deixe que os pensamentos negativos permaneçam indefinidamente na sua mente. Não transforme um pequeno transtorno num problema sem tamanho.

Examine o que te aconteceu e dê a devida importância. Trate-o pela dimensão real, sem exagerar, sem catastrofizar.

Não deixe que uma coisinha à toa te tire do sério ou estrague o seu dia que está apenas começando.

A vida é difícil para qualquer um e ninguém está livre de experimentar transtornos e tropeços, mas a vida é mais do que isso.

Tenha um perspectiva positiva sobre o futuro

Não fique imaginando que agora tudo vai ficar ruim, que o teto vai desabar.

Uma coisa ruim não leva necessariamente a uma corrente de coisas ruins.

Se você reconhece que algo ruim acaba de acontecer contigo, já está a meio caminho de se preparar e prevenir para que outras coisas ruins não se sucedam.

A mente humana é assim mesmo, se agarra feito velcro em maus pensamentos e deixa os bons pensamentos escorregarem feito teflon. Assim sou eu e assim é você.

Saboreie cada bom momento

Aproveite cada momento bom na sua vida.

Saboreie, e deixe o bem entrar em você.

Evite que o mal humor e o gosto ruim na boca contamine a sua vida. Deixe o bem dominar.

Quando fazemos uma cara feia diante de um obstáculo, criamos limitações para perceber as oportunidades.

Busque ser mais sereno, respire fundo.

Quando algo bom acontecer contigo, não deixe passar tão rapidamente. Deixe ele ficar contigo um pouco mais, não se apresse, simplesmente deixe o tempo rolar em câmera lenta e saboreie o momento.

Saboreie a vida.

Rubens Sakay

 

Sofrer menos é uma opção

Sofrer menos é uma opção

Sofrer menos é uma opção, e quase nunca contamos com isso. Sempre ouvi dizer que a dor pode ser inevitável, mas o sofrimento é opcional. Custei a entender e mais ainda a aceitar, assimilar e aplicar isso em minha vida. Mas a disposição para sofrer menos é libertadora.

A dor:

A dor pode ser inevitável, e muitas vezes realmente o é.

A vida é dura e às vezes nos coloca de joelhos. Somos confrontados com situações para as quais não fomos treinados tais como a perda de entes queridos, a proximidade da nossa própria morte. 

Muitas coisas nos pegam de repente e nos surpreendemos com o nosso despreparo, o casamento, os filhos, o descasamento e assim por diante.

Colhemos muitas rosas no caminho, mas enfrentamos galhos espinhosos, e assim conhecemos a dor.

O sofrimento:

Quando as adversidades nos pegam de jeito, na maioria das vezes escolhemos enfrentar, lutar, digladiar, mesmo contra coisas que não nos dizem respeito. Lutamos e nos revoltamos contra coisas que não temos qualquer controle. É exatamente quando sentimos a nossa impotência e nos rendemos à nossa incapacidade, à nossa modesta dimensão é que conseguimos reduzir o nosso sofrimento. Escolhemos sofrer menos.  

Sofrer menos:

Quando somos apresentados à opção de sofrer menos, nos sentimos libertos, nos sentimos salvos.

É como se fôssemos liberados de carregar uma cruz tão grande, de ter que consertar o mundo.

Descobrimos o nosso papel, a nossa responsabilidade e o alcance das nossas ações.

Descobrimos que não somos Deus.

Não somos tão poderosos:

Quando descemos do pedestal que construímos para nós mesmos, nos colocamos no nosso lugar, no lugar comum onde se é permitido sentir a dor.

É o lugar e a posição de onde se enfrenta o mundo real, onde paramos de pensar que somos tão poderosos.

Sofrer menos é uma opção:

Assuma aquilo que é a sua vida.

Pare de querer cuidar da vida alheia.

Aceite a vida por inteiro, e faça o que está ao seu alcance.

Rubens Sakay

 

A preocupação que faz sentido

A preocupação que faz sentido

Sugiro que você se concentre na preocupação que faz sentido. Nós todos temos a capacidade de alimentar a nossa mente com uma enxurrada de preocupações que não fazem qualquer sentido.

Temos uma mania de catastrofizar a nossa vida, imaginar as piores coisas acontecendo, não só para nós mas também para os outros.

É como se o fim do mundo estivesse próximo.

Nada disso faz sentido.

O mundo está melhorando, os problemas críticos estão sendo atacados,  e devemos acreditar, mesmo que o noticiário aponte o contrário.

Como sempre afirmo, as notícias que são veiculadas são as piores.

If it bleeds, it leads – se sangrar, vai pegar, é o ditado que regra o mundo do noticiário.

E do ponto de vista pessoal, analise se a sua vida não está melhorando?

Faça um juízo das coisas ruins que imaginou que ia acontecer contigo e não aconteceram.

Olhe para a própria vida com um olhar positivo.

Você está vivo, e muito embora as preocupações te atormentem no presente, o futuro será melhor. Acredite em si mesmo e olhe para a frente imaginando muitas possibilidades que podem se concretizar.

6 atitudes para tomar quando o barco está afundando

6 atitudes para tomar quando o barco está afundando

Os problemas podem nos bombardear de tal maneira que em algum momento sentimos que o barco está afundando e que não vamos nos salvar.

Às vezes, parece que as bóias sumiram, as águas traiçoeiras nos puxam para baixo. A vida é assim.

Como sobreviver?

Vou transcrever aqui uma postagem de Christopher Foster publicada no Goodlifezen, com o título: como a catástrofe pode abrir as portas para uma nova vida.

Foster se sentiu afundando aos 63 anos, quando sua esposa faleceu às vésperas de comemorar 25 anos de casado. Ele decidiu abandonar a comunidade espiritual que frequentou por 36 anos.