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Não se especialize em cuidar da vida alheia

Não se especialize em cuidar da vida alheia

Vivemos com muita gente ao nosso redor, seja no trabalho ou na vida familiar, e é uma tentação não bisbilhotar a vida alheia.

Cuide da sua vida, e já é muita coisa.

Vejo uma enorme inutilidade no aprofundamento na vida dos outros. Quem faz isto, normalmente leva uma vida fútil, movida por fofocas e fuxicos.

Transforme o sofrimento com a crítica interna em aprendizado

Transforme o sofrimento com a crítica interna em aprendizado

Dê um tratamento especial à sua crítica interna. Preste atenção se não está sendo excessivamente rigoroso quando olha para si mesmo.
Ninguém pode te fazer sentir-se infeliz sem o seu consentimento, como disse Eleonor Roosevelt.
Se perdoe. Não exija tanto de si mesma.

Especialmente em tempos difíceis, uma crise, uma perda, é o momento de se tratar com gentileza. Acalme a sua crítica interna.
A vida é como é, e muita coisa está fora do seu controle – não cobre demasiado de si – não cobre de si a tarefa de atingir as estrelas.

Auto-sabotagem

Auto-sabotagem

Porque insistimos na auto-sabotagem? Porque fazemos isso com nós mesmos? Porque colocamos cascas de banana no próprio trajeto?

Oprah Winfrey no seu programa Super Sould Sunday entrevistou o autor Steven Pressfield onde exploraram este tema, pois o romancista enveredou pelo campo do crescimento pessoal, escrevendo The War of Art, exatamente sobre isto.

Temos que lutar contra as adversidades e fazer frente a inúmeras questões difíceis que a vida nos impõe, e além disso tudo, temos que combater o inimigo que está dentro de nós mesmos, que fica sempre dizendo não e colocando impedimentos para a realização dos nossos sonhos.

Temos dentro de cada um o escritor que não escreve, o compositor que nunca compôs uma canção, o empreendedor que não conduziu qualquer empreendimento.

Nunca se arrepender.

Uma maneira certa para ficar estagnado e não fazer mais nada da vida, é acordar de manhã, olhar para o passado e se arrepender. Temos que abandonar esse procedimento negativo e totalmente improdutivo.

É certo que temos que carregar um pouquinho de arrependimento, o suficiente para não cometer as mesmas asneiras repetidamente, mas muito arrependimento é um caminho para não fazer mais nada.

Olhe para frente, considere o que é importante fazer hoje e saia fazendo. Parta para ação.

Não julgue os outros pelos atos.

Não julgue os outros rapidamente. Somos rápidos para julgar os outros pelos seus atos, mas temos que refletir com cuidado o que está por trás dos atos, quais são as intenções que levaram à realização de tais atos.

Na verdade não sabemos as reais intenções, e temos que fazer alguma inferência. O que não devemos fazer é julgar somente por aquilo que vemos, os atos em si.

Quando se trata de nós mesmos, levantamos as nossas intenções, as quais utilizamos para justificar o que fazemos e não fazemos. Julgamos os outros pelos atos e julgamos a nós mesmos pelas intenções.

Dê um jeito no medo.

Encare de frente tudo que te amedronta. Dê um jeito nesse medo, e não se deixe dominar.

Imagine que vai se livrar desse medo e pinte um quadro de como seria sem esse medo.

Aprecie esse quadro, e vá na direção dele.

Aprenda a identificar a situação de medo, e justamente na hora que identificar o medo, traga para a sua mente, deliberadamente, imagens positivas associadas ao assunto que está te amedrontando.

Esforço para se livrar dos defeitos.

Já consegui me livrar de alguns defeitos, mas ainda me incomodo com alguns comportamentos que me esforço para modificar.

O esforço desmesurado e concentrado para se livrar dos nossos defeitos pode ser pouco produtivo.

Esteja pronto para que os defeitos sejam removidos, e eles assim serão, em cada situação do seu cotidiano.

Traga para a mesa as suas virtudes e deixe que seus pontos positivos nublem os aspectos negativos.