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É um bom começo.

Devemos evitar a imobilização, amedrontados pelo tamanho da jornada. Comece pequeno, e se contente em fazer um pouquinho de cada vez.

Dê um pequeno primeiro passo, e faça o que está ao seu alcance.

O início do ano é sempre inspirador começar algo que temos protelado. Uma dieta, exercício físico, reatar relacionamentos, resolver conflitos familiares crônicos.

Comece pelo começo. Pode parecer evidente, mas sem planejamento, começamos no meio, nos frustramos com os primeiros resultados e paramos aí.

Um dia melhor.

Se determine a transformar o dia de hoje, num dia melhor do que você próprio imaginou.

Faça algo que inesperadamente pode dar um toque especial no seu cotidiano – use a imaginação – recorra às coisas que gosta na sua memória – recupere algum projeto esquecido.

Temos o péssimo costume de procrastinar mesmo quando sabemos que aquilo que adiamos pode nos trazer bem estar.

Seja firme e não raivoso.

Há muitas ocasiões que temos que colocar a nossa insatisfação, a nossa reprovação e descontentamento.

Devemos fazer isso de forma firme, mas não raivosa. A serenidade é valiosa nessa hora também.

Entenda que o seu descontentamento pode ser construtivo, motivar mudança na forma de agir de outra pessoa.

Quando colocamos raiva nas nossas palavras, vamos provocar uma reação parecida, e aí não vamos aproveitar nada.

O foco um pouco mais elevado.

Estabeleça metas desafiadoras, e esteja com o foco um pouco mais elevado que o natural.

Coloque um pouco de estresse nas suas atividades.

Quando for a hora de realizar, puxe um pouco mais. Na hora de repousar, se libere do estresse.

As pessoas mais bem sucedidas simplesmente estabelecem para si, metas desafiadoras, evitando se conformar com aquilo que habitualmente conseguem.

A vida ao contrário.

Muitas pessoas pensam em ter mais dinheiro para poder ser feliz.
E a sequência para atingir felicidade fica assim:
1-Conseguir mais dinheiro e mais coisas – conforto material.
2-Fazer mais coisas com a capacidade financeira.
3-Agora, com a liberdade financeira – fazer coisas que realmente gosta.
4-Finalmente – buscar a felicidade.

Vergonha.

Vergonha é quando nos sentimos impróprios para consumo social.

Sentimos que não somos dignos de companhia, atenção e consideração.

Sentimos culpa pelo que fizemos, e sentimos vergonha pelo que somos.

Este sentimento tem a ver com o indivíduo. É produzido por ele mesmo, sem a ajuda de ninguém.

Brené Brown.

Brené Brow é PhD, pesquisadora, autora e professora da Universidade de Houston.

Dedicou grande parte da sua vida profissional pesquisando sobre a vergonha. Na esteira do tema principal, outros temas tais como o medo, o perfeccionismo e a vulnerabilidade têm sido objeto de seus estudos.

Brown escreveu e publicou dois livros; I Thought it Was Just Me, e The Gifts of Imperfection, sendo que o último foi traduzido e lançado no Brasil com o título: A Arte da Imperfeição.