Batalhas que nunca terminam.

Tem coisa que é para a vida toda.

Coisas boas e outras não tão boas.

Às vezes é uma batalha que nunca termina, é uma doença incurável, um relacionamento em família, algo que pode não acabar mesmo.

Ficamos loucos para dar fim, mas simplesmente não é assim.

Temos que parar de lutar e aceitar.

Já comentei aqui: o que resiste, persiste.

Se é para a vida toda, e não há o que possamos fazer para remediar, o melhor a fazer é aceitar.

A Internet, e a blogsfera estão repleta de experiências de pessoas que carregam uma cruz para a vida toda e nem por isso perderam a vontade de viver e ser feliz. É a aceitação.

A aceitação é a chave para nos liberarmos dessa carga.

A aceitação é a rendição frente a uma batalha que não vai terminar, e não faz nenhum sentido seguir lutando.

Às vezes travamos uma batalho consigo próprio querendo mudar algo que está totalmente fora do nosso controle. Não podemos simplesmente nascer de novo, do jeito que queremos.

Quando adolescentes, temos muito dessa angustia de travar batalhas sem nenhuma finalidade, com os nossos pais, com o sistema e conosco mesmo. Mas ao amadurecermos, isso não faz mais sentido.

A vida se torna mais fácil e fluida quando aceitamos melhor as coisas e deixamos de lutar contra si próprio todo tempo.

Nos todos cometemos erros, e quando caímos, temos que ser o primeiro a se ajudar.

Quando estamos travando uma batalha sem fim consigo próprio, somos o primeiro a se boicotar.

Fazemos isso quando baixamos a cabeça.

Fazemos isso quando baixamos a auto-estima.

Fazemos isso quando nos deixamos tomar pelo medo.

Fazemos isso quando nos culpamos.

Se aceite, se poupe, se ajude e seja feliz.

Beco

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