As pessoas fazem coisas que não gosto.

Não há como evitar, algumas pessoas fazem coisas que não gosto.

Passo logo para o meu modo de julgamento, rotulando e criticando.

Sei que isso torna a minha vida ácida e o meu dia pesado, tenho que deixar ir.

Não devo aceitar maus tratos, provocações e agressões, mas a grande maioria dos incidentes desse tipo se enquadra em coisa ditas, comentários maldosos e atitudes sem importância que demos deixar passar.

Nem todo mundo me agrada, e já aprendi que tenho que aceitar as pessoas como são.

Sei julgar e comparar, mas tenho que saber também que não sou o senhor da verdade. O meu julgamento está muito longe de ser correto, especialmente quando o faço direcionado a outras pessoas.

Me incomoda:

Se eu ficar me incomodando com cada coisinha que as pessoas fazem, vou arrumar um caminhão de aborrecimentos. Sei que isso é uma barreira estrondosa à minha felicidade.

Tenho que entender também que não sou perfeito, e cometo também as minhas asneiras, e mesmo quando ajo corretamente, posso não agradar todo mundo. As pessoas irão me aceitar como sou, espero.

Mas se não me aceitarem criticarem e julgarem, também devo deixar ir tais incidentes.

Não vou consertar as pessoas e tenho que me concentrar naquilo que tenho responsabilidade, e não sou responsável por definir o comportamento e o caminho de outras pessoas.

Gosto, não gosto:

Gosto de algumas pessoas e não gosto de outras, mas as aceito como são, e aceito também o fato de eu não gostar de algumas.

O convívio saudável passa pela capacidade de se dar bem com um elenco variado de pessoas. Algumas nos chateiam de vez em quando, outros nos contentam quase sempre, e isso torna é que dá o colorido nos relacionamentos.

Não gosto de tudo que as pessoas me fazem, mas estou bem com isso, e sou feliz.

R.S. Beco

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