As ervas daninhas do meu crescimento.

Na jardinagem da nossa vida, é preciso vigilância quanto às ervas daninhas.

Trabalhamos arduamente para afastá-las, mas um descuido e elas voltam a crescer.

As variedades de ervas daninhas são inúmeras, a inveja, o ressentimento, a vaidade, a ganância e tantas outras.

Quando as ervas começam a crescer, mais se parece com uma planta inofensiva – afinal, que mal faz um pouquinho de inveja.

Mas sem a devida vigilância, o mato toma conta da nossa produção mais importante, do nosso objetivo de crescimento pessoal.

O nosso jardim fica feio, e não sabemos mais o que estamos cultivando, o que estamos fazendo aqui.

É preciso incorporar os hábitos da limpeza do canteiro.

É preciso apreciar e dar valor ao canteiro livre das ervas daninhas.

Olhar para si próprio como um fruto do seu progresso e da sua aprendizagem tem que ser um motivo de orgulho.

Como diz Tony Masiello – você já percebeu que nem precisa regar as ervas daninhas – elas prosperam do nada – nascem do nada.

Diz ele que temos que chegar à raiz dessas ervas para termos mais sucesso na erradicação. Ainda assim é preciso atenção, energia e coragem para lidar com elas a cada estação do ano.

Um cuidado adicional para as ervas não passarem de um canteiro para outro – a contaminação do pessoal para o profissional e para o familiar.

Trate das suas ervas daninhas sem muita atenção para o seu colega, pois o que é daninha para um pode ser o alimento para outro.

Você pode querer se livrar da ganância, enquanto outro se alimenta cada vez mais da ganância. Simplesmente siga o seu caminho e o seu julgamento.

Uma prática de jardinagem cuidadosa pode consolidar hábitos saudáveis e uma colheita proveitosa – a felicidade.

Passe adiante.

Beco

2 Comentários

Eli Lima

about 7 anos ago

Que texto lindo! Sábio. Obrigada pela contribuição. Fique bem.

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