Aprisionado na própria vida.

Como diz Ken Robinson, o Elemento está presente na nossa vida mais freqüente do que imaginamos.

Ficamos achando que o tempo já passou e que as oportunidades surgiram, mas já foram perdidas.

Não dá mais pra pegar o bonde.

Não foi possível seguir seu coração, sua paixão.

Ficamos então prisioneiros na vida sem significado.

Tem que mudar:

Isso não pode ficar assim.

Temos que correr atrás daquilo que dá significado à nossa vida.

Temos que fazer um esforço para conhecer os nossos talentos e a nossa vocação.

Pense na sua vida laboral. Passamos toda a nossa vida produtiva trabalhando, seja por um salário ou tocando o próprio negócio.

Imagine trabalhar em algo completamente fora da sua área de vocação.

Imagine chegar ao trabalho insatisfeito milhares e milhares de dias seguidos.

Acho que isso é ficar prisioneiro da própria vida, e a vida se torna uma prisão quando fazemos aquilo que detestamos.

Isso não quer dizer se engajar em alguma tarefa desagradável vez por outra.

Sentido à vida:

Mas quando queremos dar sentido à vida, fazendo aquilo que não faz sentido para nós mesmos é que a cabeça entra em parafuso.

Eu sempre gostei de escrever, e havia me dedicado a isso esporadicamente.

Sempre notei em mim mesmo o prazer de produzir alguma coisa escrita, e por algum tempo produzi crônicas dos meus amigos.

Algumas ficaram tão boas, que as vítimas, meus amigos, as colocaram em moldura e pregaram na parede.

Hoje, tenho um prazer imenso em escrever para o blog e outras produções que faço como consultoria independente.

Aquilo que gosto acabou se tornando um modo de vida, e faz sentido para mim.

Aprendi que não precisamos de grades para nos aprisionar, mas basta uma alienação daquilo que somos realmente, nossas preferências, nossos talentos e vocação.

Beco

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