Ajude as pessoas, mas não queira modificá-las.

Há um limite tênue entre querer ajudar as pessoas e o desejo discreto de querer modificá-las. Precisamos nos policiar para não querer que as pessoas sejam iguais a nós, gostem daquilo que gostamos, e julguem as situações como as julgamos.

É um instinto paternal de conduzir, de influenciar, de ensinar, de tomar a mão.

Ajudar é fantástico, e assim é ensinar, mas devemos permitir que as pessoas aprendam no seu tempo, e aprendam a lidar com os seus problemas.

Ouça as opiniões das pessoas.

Dê maior importância ao que as pessoas gostam e querem fazer.

Evite conduzir, com a desculpa de ajudar.

Não se adiante a toda hora para pegar na mão das pessoas.

Permita que as pessoas aprendam e descubram as coisas por si próprio.

Controle o seu ímpeto de controlar.

Beco

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