Ajudar sem me intrometer.

Não devo meter o nariz onde não fui chamado.

Não deixe de ajudar, mas busque o bom senso, e deixe que o outro cuide da própria vida.

Busque o equilíbrio entre ajudar e permitir que o outro cresça resolvendo os próprios problemas, especialmente se tratando dos filhos.

Você gostaria que o outro se intrometesse na sua vida em assuntos tão particulares?

A vida alheia:

Tampouco devemos nos intrometer para esmiuçar, fofocar e criticar. A vida dos outros não é o nosso canteiro para cultivar ervas daninhas. Assim como não jogamos as nossas ervas daninhas no quintal do vizinho, temos que deixar essa mania condenável de se entremeter com a vida alheia.

Quem cuida muito da vida dos outros, certamente deixou de cuidar da própria.

Temos que evitar dirigir o próprio carro, olhando para o painel do carro do outro. Vamos bater, vamos nos acidentar.

A vida levada no piloto automático é um desperdício, pois a vida é uma só.

Aquele que tem um sentimento que está faltando alguma coisa na vida, ou uma necessidade enorme de saber da vida dos outros, é sinal de que abdicou de cuidar da própria vida.

Certamente temos uma urgência de ajudar os outros, e nos sentimos bem com isso. É da natureza humana, e está gravado no nosso DNA, mas temos que ter cuidado para fazer isso, pois é um terreno cheio de surpresas.

Não complicar os relacionamentos:

Podemos complicar os nossos relacionamentos quando fazemos comentários, criticamos ou apontamos caminhos para os outros.

No seu lugar eu não faria dessa maneira. Acho que você está fazendo uma besteira. Não quero me meter, mas isso não vai dar certo.

Todos esses comentários devem ser harmonizados, equilibrados, pois quem ouve pode receber mal.

Devemos saber de antemão que estamos caminhando num fio entre ajudar e se meter.

Mas isso não deve inibir ninguém de ajudar quando for preciso.

Ajudar é bom, e só faz bem.                                                                                                                       R.S. Beco

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