Ações, nem sempre sensatas.

Ações, nem sempre sensatas.

As nossas ações nem sempre são sensatas, temos que reconhecer.

Escorregamos, às vezes, temos que admitir.

Queremos ser sensatos e razoáveis, mas recaímos em velhos hábitos negativos.

Temos em mente cuidar da nossa vida e não nos metermos nos assuntos alheios, e de repente, estamos julgando o outro, olhando com olhares críticos, mesmo em assuntos que não tenham nada a ver com a nossa vida.

Hábitos negativos e fortuitos podem nos atingir de repente, estamos sujeitos a isso no cotidiano. Faz parte da nossa jornada.

No entanto, temos que ter como objetivo permanente o nosso crescimento pessoal.

Velhos hábitos:

Se dar conta de que podemos recair nos velhos hábitos, deve nos chamar a atenção para ter um arsenal de ferramentas contra isso. Temos que fazer um esforço real para que isso aconteça com menos frequência.

Há um momento na nossa vida em que nos deixamos ir com a corrente, fazendo coisa que não representam nada para nós.

Seguimos a moda, a onda, os amigos, a vontade dos outros e a opinião de pessoas que sequer conhecemos.

Mas acordamos, e passamos a corrigir as coisas que não levam a lugar algum.

Devagarzinho nos livramos da inveja, da culpa e dos ressentimentos.

Nos livramos das ações que vêm à reboque desses hábitos tão nocivos.

Pensamentos:

Nos livramos especialmente dos pensamentos que colam na nossa mente, querendo o que os outros querem, ou mesmo querendo o mal dos outros.

Mas o caminho do crescimento pessoal não é tão reto e livre de barreiras.

Temos muitas recaídas e devemos ficar atentos para agir rápido quando isso acontecer.

Perceba o pensamento negativo chegar à nossa mente, e não esboce reações extremas.

Não acolha e nem repudie – apenas deixe-o retornar para o sótão da sua mente.

Esse comportamento vai fazer com que estes pensamentos desçam menos do lugar onde devem estar – no sótão.

Beco

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