A vida indivisível

Temos que aceitar a vida indivisível, aceitá-la por inteiro como já comentei aqui várias vezes.

A vida é mesmo indivisível, e não podemos separar entre momentos bons e ruins. Não podemos escolher ficar apenas com a cereja do bolo.

A vida não é como um biscoito que comemos só o recheio e jogamos as tampas fora.

Se você não quer conviver com tantos conflitos e desacertos, é melhor levar a vida de maneira integra em todos os aspectos da vida.

A bondade:

Seja bom e sinta também a bondade bater à sua porta.

Quando você está tendo o melhor, é sinal que você está realmente dando o seu melhor.

A sua vida é completa com todas as partes, e uma coisa contamina a outra.

Se você é desonesto no trabalho, pode ter certeza que isso vai afetar a sua vida pessoal, e vice-versa.

Tirar vantagem dos outros implica em ser explorado de maneira indesejável algum dia.

Não devemos ficar sempre peneirando a vida, como se fôssemos guardar apenas os grandes eventos.

Os sofrimentos por que passamos, a dor e as perdas que deixaram registros na nossa alma, tudo isso contribuiu para sermos as pessoas fortes e resilientes que somos hoje.

Nada acontece na nossa vida por acaso. Os caminhos não escolhidos, as oportunidades perdidas e as tempestades que não conseguimos evitar. As glórias nas realizações, as vitórias além das expectativas, tudo se soma, e nada é desperdiçado.

A vida indivisível é plena e abundante e devemos aceita-la por completo.

Quando aceitamos a dor inevitável, também escolhemos atenuar o nosso sofrimento.

Quando aceitamos os fracassos e aprendemos as lições, ficamos mais preparados para os acertos e agradecidos antecipadamente pelas realizações que vamos encontrar um pouco mais à frente.

R.S. Beco

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