A tristeza é a cura da dor.

Aceite a tristeza e deixe que ela cure a dor.

Não compare o seu drama e a sua dor com a dor de outros.

Não inveje os outros por estarem livres da dor.

Cada um carrega a sua própria cruz, e nenhuma e mais pesada que outra.

Especialmente após uma perda, a tristeza parece não nos deixar.

Nos sentimos amedrontados com a perspectiva de não sair dessa fase.

Precisamos aceitar e se deixar sentir o que tem que ser sentido – aceitar a tristeza.

Mas não há certo e errado na maneira com que lidamos com sentimentos tão profundos.

Normalmente as perdas significativas nos conduzem pelo caminho da tristeza, mas às vezes, mesmo perdas sutis nos desviam, como que numa estrada secundária que acaba desaguando numa grande rodovia.

Quando isso ocorrer, se deixe levar pelo fluxo e deixe a serenidade tomar conta de si.

A maneira com que lidamos com a tristeza é especifica, pessoa a pessoa.

Algumas pessoas passam rapidamente enquanto que outras se estendem por um longo período de luto. Deixe tudo fluir com naturalidade, na sua própria maneira.

Algumas coisas importantes que dizem sobre esse processo.

-Não é verdade que se esquecermos da dor, a tristeza vai passar. É bom encarar de frente, aceitar e deixar ir.

-Uns dizem que devemos ser fortes diante das perdas, mas no final descobrimos que somos todos fracos, e está bem assim. Vá no seu próprio ritmo.

-É preciso chorar, e já comentei isso – funciona como a chuva que lava tudo, mas nem todo mundo se comporta assim, e há outras maneiras de sublimar a dor. Um tempo para si mesmo. A confidência à amigos íntimos.

Uma receita que funciona como canja de galinha – sempre faz bem.

Afaste a culpa numa situação de perda.

Não se culpe e nem culpe os outros.

Beco

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