A serenidade que quero ter

Missionários da CaridadeAdmiro a grandeza de certas pessoas, a vida rica que viveram. Não quero imitar, mas quero sempre tê-las como exemplos, inspiração para as escolhas que faço na minha vida.

Não quero ser Teresa de Calcutá ou Nelson Mandela, mas a nobreza da alma e a grandeza do coração que demonstraram me confirmam a fé que tenho na natureza humana.

Thérèse Jacobs-Stewart, uma terapeuta americana relata uma passagem quando se juntou a um grupo para realizar uma viagem temática à Índia. Isto incluía dentre diversas visitas, aquela aos Missionários da Caridade em Calcutá.

Sabendo desse planejamento, os amigos da terapeuta juntaram doações financeiras para que ela levasse pessoalmente à Missão.

A visita à Missão levou os americanos aos modestos aposentos onde os necessitados eram atendidos. A terapeuta fez menção de entregar o envelope de dinheiro à pessoa que as guiava pela Missão. Esta informou que Madre Tereza estava na casa, e perguntou se eles gostariam de estar com ela, assim poderiam entregar o envelope pessoalmente.

Com Madre Tereza:

Aguardaram pacientemente numa sala quando adentrou o recinto Madre Tereza que os recebeu carinhosamente, perguntou de onde vinham e o que faziam.

No meio do caloroso e inesperado encontro, a terapeuta retirou o envelope com o dinheiro e passou para Madre Tereza,. Explicou que os amigos de sua cidade haviam coletado para aproveitar a sua vinda a Calcutá.

Madre Tereza, segurou as mãos da terapeuta e disse: minha filha, que Deus te abençoe, e imagino que você queira o meu cartão. Ela respondeu entusiasmada que sim. Madre retirou um pequeno cartão e passou para ela que guardou rapidamente sem sequer ler o que nele havia escrito.

Mais tarde, já tendo se despedido da Madre, a terapeuta retirou do bolso o cartão onde assim estava escrito: Deus, concedei-me a serenidade para aceitar as coisas que não posso modificar, coragem para mudar aquelas que eu posso e sabedoria para perceber a diferença.

Serenidade, um ensinamento universal:

A serenidade é um estado de espírito tão abençoado que incluí essa mesma mensagem na abertura do meu livro.

R.S. Beco

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