A reputação generosa.

A reputação generosa pode retratar um comportamento superficial. Temos que fazer de coração, de maneira anônima e despretensiosa.

E o melhor, é que isso só nos faz bem. Faça por você mesmo, sem esperar reconhecimento, agradecimento – não pense nos louros e na reputação.

Essa atitude generosa acaba por se tornar um hábito, um modo de ver os outros e também de ver a vida.

Com o tempo, e alguma prática, você vai ver que também se olha de maneira diferente, com mais tolerância, compreensão e compaixão.

Faça o bem para se sentir bem. Ajude para ser ajudado. Seja bom com os outros e estará sendo bom consigo mesmo. Tudo isso segue o mesmo princípio.

Temos sempre a tendência de acreditar que o ajudado é o maior beneficiário, mas quem ajuda é na verdade que se beneficia mais com o fenômeno de ajudar. Inúmeros estudos científicos já demonstraram isso.

O que diz a ciência:

A prof. Carolyn Schwartz da Universidade de Massachusetts, estudou o fenômeno de pacientes com esclerose múltipla que faziam uma ligação telefônica para outro colega na mesma condição. Aqueles que receberam o apoio do colega tiveram uma melhora pequena, mas aqueles que ligaram tiveram o melhor benefício.

Diversos estudos da mesma natureza comprovam a mesma tese, sejam em igrejas, ou em laboratórios com aparelhos sofisticados que monitoram o organismo humano exatamente na hora em que a decisão de doar é tomada. No final, o fenômeno é químico e melhora o nosso organismo em inúmeros aspectos.

Que ajuda pensando na reputação, está estragando a melhor parte do fenômeno.

Aproveite essa particularidade da natureza humana.

Os aspectos da ressonância magnética e as ativações positivas no sistema fronto-mesolimbico é apenas um detalhe científico.

Seja simplesmente generoso – para o seu bem.                                                                            R.S. Beco

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