A porta sempre aberta para reconciliações.

Uma coisa que não devemos manter são as desavenças, desentendimentos e separações.

Quando jovem, fiquei afastado de meu pai por dois anos. Não nos falamos por todo o período, e tenho que admitir, foi culpa minha.

À época achava que era um crescimento para mim. Afrontei as suas vontades e segui o meu caminho, sem o seu aconselhamento, sem sua ajuda e sem sua companhia.

A benção da reconciliação:

Tive que lutar com mais dificuldade para vencer as fases da vida, e nesse sentido foi um crescimento, mas fiquei feliz quando nos reconciliamos. Especialmente porque ele veio falecer poucos anos depois, e os anos que se seguiram à reconciliação foram os melhores do nosso relacionamento.

Vejo hoje que isso é comum nas famílias, onde filhos vivem afastados dos pais, irmãos apartados, amigos que se desentenderam.

Devemos sempre estar abertos para reconciliações, e permitir que a alegria que foi o convívio volte a fazer parte de nossas vidas.

A vinculação que houve no passado, pode ser reatada com uma chance de um reencontro glorioso.

Tudo que vivemos está marcado no nosso corpo, as experiências e as emoções – temos que cuidar disso direitinho, pois os desentendimentos deixam marcas que não queremos que sejam definitivas.

O reencontro e a reconciliação são maneiras de retomar caminhos já trilhados e emoções já sentidas.

O movimento para a reconciliação pode ser seu. A iniciativa pode ser sua.

Com o passar do tempo e com a maturidade, os desentendimentos perdem o sentido, e aí surge a oportunidade para reconciliar.

Se aproxime dos seus entes queridos.

Busque o entendimento.

Beco

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