A porta de entrada é aberta por dentro.

As dádivas chegam a você pela porta de entrada, e esta porta é aberta por dentro, por você mesmo.

Isto significa que você precisa estar aberto para receber o que a vida tem para te oferecer.

Mas não é assim que normalmente nos colocamos, receptivos, de coração aberto. Muitas vezes estamos fechados para receber.

Cheios de raiva:

É comum estarmos com a mente fechada, cheios de ódio e ressentimentos que sequer percebemos quando a sorte e a graça batem à nossa porta. Não percebemos quando é hora de abrir a porta, e com ela fechado, acabamos privados das coisas boas que a vida tem para nos oferecer.

Assim como ficamos atentos para a campainha física da nossa porta de entrada, devemos ficar atentos como se fossemos receber algum presente, alguma graça a qualquer momento.

Hoje sei que sou merecedor, e que posso ser agraciado com tudo aquilo que desejo, e que é resultado do meu incansável trabalho todos os dias.

Sei também, fruto da minha experiência, que recebemos muitas graças. Para que isso ocorra, é suficiente estar com a mente aberta para receber, estar atento para quando baterem à porta, correndo para atender e receber.

Posso dizer que a minha vida é uma benção. Não tenho posses materiais, mas fui agraciado incansavelmente com tudo que fiz por merecer.

Dou duro, não folgo e nem tenho preguiça. Estou pronto para ajudar e procuro olhar sempre para o lado positivo dos eventos e das situações.

Sei que a porta de entrada é por onde as graças chegarão, e sei também que ela é destrancada pelo lado de dentro, por mim mesmo.

Quero mais, e aprendi com meu avô, que todo dia é ocasião para pedir e agradecer.

Motivos para agradecer:

Tenho tido muitos motivos para agradecer, e tenho uma lista enorme de pedidos para fazer.

Assumo a responsabilidade sobre a minha vida, minhas ações e decisões. Sei que a seriedade e honestidade podem, no final, fazer grande diferença entre receber muito ou quase nada.

Quero muito da vida e quero também oferecer muito. E o muito que me refiro são coisas simples, momentos simples e tratamentos singelos que temos a oportunidade de experimentar no nosso cotidiano.

Chamar uma pessoa pelo nome, mesmo que seja um caixa de supermercado, ou atendente no telefone pode fazer diferença.

Li recentemente um livro interessante que aborda exatamente isso, “O Seu Balde Está Cheio?”, escrito por Tom Rath e Donald Clifton.

Quando alguém encher o seu balde, aceite, e saiba que encher o balde dos outros, simultaneamente, e milagrosamente, enche o seu próprio balde.                                                         R.S. Beco

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