A pessoa fraca que fui um dia.

Fraquezas emocionais já me abalaram de verdade.

Funciona com a gente exatamente como a fraqueza física. É como se não tivéssemos energia para caminhar um pequeno trajeto na vida. Até as pequenas dificuldades já me deixava de joelhos.

Eu me senti tão acabado que comecei a me desfazer de coisas que mais apreciava.

Viktor Frankl:

Como escreveu Viktor Frankl no livro Em Busca de Sentido, no campo de concentração, quando um prisioneiro começava a fumar seus cigarros era sinal de que já tinha desistido da vida. Cigarros eram as moedas preciosas para trocar por um prato de sopa ou um pequeno favor, quase sempre fundamental para a sobrevivência no campo de concentração.

Hoje, mais fortalecido, presto atenção aos meus próprios sinais de baixa autoestima.

Se eu começo a me desvalorizar e a desvalorizar as minhas próprias coisas, acendo logo a luz amarela. Sei que algo não está bem.

Sempre que me sinto empobrecido, procuro esvaziar os meus bolsos, metaforicamente, em busca de algo de valor, algo que lembre de imediato a pessoa valorosa que aprendi a ser. Procuro pelas pequenas realizações que mostram como estou empenhado em ser uma pessoa melhor.

Aprendi que é muito fácil se esquecer das bênçãos recebidas, das realizações.

Honesto consigo mesmo:

Quando olho honestamente para as minhas pequenas realizações, encontro energia para levantar o meu olhar para o horizonte da vida. Percebo assim, com otimismo, tudo que pode vir pela frente.

A vida é uma benção.

Somos capazes de realizar, e merecemos de verdade, cada centímetro que evoluímos e cada pão que conseguimos.

Somos todos iguais, mas aqueles capazes de olhar para si com honestidade, encontrando respostas para o sentido da vida, pode sim deixar para traz as fraquezas emocionas e se tornar uma pessoa fortalecida e feliz.

Beco

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