A força da fraqueza.

É preciso ser forte para reconhecer uma fraqueza, assim como é preciso ser corajoso para reconhecer o medo.

Queremos dar uma de forte quando de fato estamos tremendo por dentro.

É preciso muita coragem para reconhecer que estamos temerosos, inseguros e vulneráveis.

Mas o crescimento está aí, em reconhecer o quanto somos vulneráveis, o quanto ainda temos para crescer.

Confiança:

Sempre que nos sentimos muito confiantes, donos de si, sabidos até a tampa, podemos cair feio no menor escorregão.

Isso acontece porque não estamos preparados para escorregões, pois acreditamos que estamos imunes a isso.

Quando reconhecemos as nossas vulnerabilidades, as nossas fraquezas, podemos tomar providências para nos proteger, nos precaver.

Acontece como nas batalhas que aprendemos nos livros de história. O líder que conhecia a fraqueza do seu exército, pôde proteger esse flanco vulnerável, utilizando as suas forças e vantagens para vencer a contenda.

Honestidade:

Quando conseguimos olhar no espelho com honestidade, sem autocrítica ácida e destrutiva, podemos encontrar de fato as trilhas para o crescimento.

Nos olhos são viradas para frente e assim são nossos pés – fomos projetados para andar para frente, para crescer e evoluir.

A noção da fraqueza é sim uma força, uma vantagem.

Um exercício constante que fazemos nas empresas é estudar as forças e fraquezas, pois esse estudo é fundamental para competir e vencer no mercado cada vez mais competitivo.

As empresas que não fazem tal exercício, podem desaparecer da noite para dia.

As pessoas, por outro lado, não desaparecem, mas podem seguir sofrendo e lutando muito para vencer as adversidades.

Conhecer a si próprio é conhecer as suas forças e fraquezas. Portanto, a força da fraqueza é reconhecer onde podemos melhorar ou mesmo nos proteger.

Beco

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