A escolha de problemas

A escolha de problemas

O problema todo é que não escolhemos os problemas que vamos enfrentar.

Sei que você não escolhe os seus problemas, e se pudesse, não escolheria nenhum daqueles que apareceram na sua frente.

Eu mesmo luto para não tê-los, mas devemos todos entender que problemas é sempre uma fonte de crescimento.

Não perca a chance de aprender alguma coisa com os problemas e as adversidades.

Não se entretenha muito com os problemas dos outros, você já foi aquinhoado com a quantidade suficiente deles. Pare de dar palpite sem ser chamado, especialmente nos problemas dos outros.

Aceite os seus problemas.

Li uma vez que se todos colocassem a seus problemas numa pilha e tomando conhecimento dos problemas de todo mundo, e tendo a possibilidade de pegar os problemas de qualquer pessoa, escolheria ficar exatamente com os seus.

Se dedicarmos muito tempo em bisbilhotar os problemas dos outros, não nos sobrará tempo para resolver os nossos, o que nos parecerá uma perda de tempo.

Não é preciso ir muito longe para encontrar os seus problemas. Faça um inventário das suas deficiências e terá uma lista de coisas para resolver. Use essa lista e empreenda uma jornada de contínuo aprimoramento pessoal.

Olhe para dentro de si e vai encontrar perguntas intrigantes. Olhe para dentro de si e vai encontrar as respostas.

Não misture os problemas todos, e não queira resolvê-los todos de uma vez.

Uma coisa de cada vez, um problema de cada vez.

Se um problema te deixar atordoado rodando em círculos, dê uma passada na oração da serenidade e volte ao problema com o espírito renovado e com tranqüilidade para encontrar as soluções.

Não devemos brigar com os nossos problemas, pois o que resiste, persiste. Temos que lidar com eles com naturalidade, objetividade e honestidade.

Deixe que eles te ensinem alguma coisa, e não e apegue a eles – deixe os ir.

Rubens Sakay (Beco)

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