A dor que carregamos.

A dor que carregamos pode ser suavizada. Muitos carregam uma dor profunda, uma fase difícil e experiências especialmente difíceis que vivenciaram.

Quando entram num relacionamento amoroso, esse ingrediente amargo entra na rotina cotidiana e traz um estresse adicional, às vezes insuportável.

Dr. Fred Luskin:

O Prof Fred Luskin da Universidade de Stanford comenta sobre isso em artigo escrito para o Greater Good da Universidade de Berkeley.

Fred Luskin, como já comentamos aqui, dirige o Projeto Stanford para o Perdão.

Todas as coisas pouco resolvidas no nosso coração, funcionam como uma forma de violência contra nós mesmos, e interfere na nossa vida e especialmente nos relacionamentos amorosos.

Normalmente, essas marcas que carregamos ficam claras no início do relacionamento, mas com o passar do tempo, as pessoas se esquecem que assumiram o compromisso com isso dentro e isso pode vir à tona em forma de crítica, barreira ou qualquer atitude defensiva.

De ambos os lados, as pessoas parecem preparadas para tirar o que há de melhor do relacionamento mas podem não estar preparados para lidar com os espinhos.

Diz Luskin que os espinhos funcionam como testes para o relacionamento.

Vamos brigar?

Vamos nos defender?

Vamos compreender?

Vamos perdoar?

Para quem traz a dor para o relacionamento, temos que ter em mente não punir a companheira pela carga dolorosa que trazemos para o relacionamento.

Para quem acompanha a dor do outro, temos que ter o cuidade de não criar uma armadura no relacionamento na tentativa de se proteger e não sofrer com os respingos do sofrimento.

Temos que assumir o compromisso de lidar com isso de maneira adequada.

Abaixe a guarda e acredite no poder da intimidade, e sobretudo, perdoe.

Beco

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