A calma necessária.

Vá com calma! É um lema que sempre me vem à cabeça, mas o cotidiano pode não deixar espaço para isso.

A correria é real, os prazos do trabalho, os problemas familiares e não sei por que, todos resolveram adoecer no mesmo período.

Mas sei que isso não deve me impedir de dar uma parada, ir mais devagar e pedir um tempo para mim mesmo, para me acalmar.

Tenho que conseguir enxergar as reais prioridades na vida, resolver o que tem que ser resolvido, sem me exasperar, sem perder a temperança.

Lista do que fazer:

Se fizermos uma lista exaustiva do que temos para fazer pela frente, simplesmente vamos cair de costas.

Nem tudo precisa ser feito hoje, e sei que amanhã é outro dia, com tempo suficiente para prosseguir nas minhas tarefas.

Se focalizar aquilo que preciso fazer, de maneira inadiável, exatamente hoje, estou no caminho certo.

A noção de prioridade é bastante prejudicada quando perdemos a calma e nos permitimos desesperar diante do que temos pela frente.

Quem sabe não fizemos o bastante por hoje?

Quem sabe não devemos pedir ajuda?

Quem sabe não estamos assumindo tarefas e responsabilidades de outras pessoas?

Responsabilidade:

Especialmente quando tratamos dos nossos filhos, devemos deixar que eles assumam as suas responsabilidades. É um condicionante para o seu crescimento, amadurecimento e aprendizagem.

Quando os pais agem de maneira excessivamente protetora com os filhos, podem estar condenando-os a serem indivíduos débeis e despreparados para a vida.

Não peça para ter calma sempre. Se tiver calma hoje, ou mesmo nas próximas horas, já é alguma coisa.

Um pouco de calma pode salvar um náufrago, alguém em real perigo.

Um segundo de calma pode nos ajudar a evitar decisões desastrosas, e ações das quais, vamos nos arrepender.

Vá com calma! Diz o lema, e tenho que refletir sobre isso, especialmente quando o meu tempo está exíguo.

R.S. Beco

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