A alegria altruísta.

A alegria altruísta é estar feliz pelo sucesso e felicidade de outros.

Se você tiver dificuldade para praticar isso, faça como nos ensina o Dr. Rick Hanson no seu livro “Hardwiring Happiness”: tente se sentir feliz com a alegria de um menino tomando o seu sorvete, a felicidade de um bebê no colo da mãe.

Depois passe para experimentar com adultos, passando por pessoas desconhecidas e já no estágio avançado, ficar feliz com o sucesso pessoas que você sequer gosta.

É difícil chegar a esse estágio, mas como tudo, devemos começar um passo de cada vez.

Deixe a alegria tomar conta:

Sinta a alegria tomar conta de você, na medida em que se conecta com a alegria dos outros.

A alegria é contagiante, e você deve relaxar um pouco, se desarmar para fazer parte da alegria dos outros.

No nosso cotidiano, estamos tão entretidos com a própria correria e tão desconectados dos outros que nem percebemos o que acontece com as outras pessoas.

Ouça com atenção o que os amigos te contam, as boas notícias, os motivos para tanta alegria.

Deixe a emoção do outro se ligar na sua emoção. Deixe a ressonância límbica se processar.

O processo emocional certamente provoca uma reação hormonal no seu organismo que favorece a saúde. Você vai se sentir bem, e gostando da sensação, vai repetir o procedimento automaticamente, sem pensar.

Sintonia cerebral:

Com o tempo, essa sintonia na alegria, vai provocar alguma alteração cerebral, assim comprovou a neurociência.

Experimente trazer um pouco de alegria para as interações pessoais, mesmo que ligeiras, no supermercado, no banco.

Esteja disposto a conduzir uma conversa brejeira e descontraída, e sinta o benefício.

A maioria das pessoas não se dispõe a dar bom dia, responder a uma indagação descontraída. Isso é um desperdício, pois

é uma chance de ouro para se alegrar e experimentar a alegria das outras pessoas.

Tenho sempre a impressão que os idosos fazem isso, e acabam sendo criticados pelos mais jovens.

Também vejo que as crianças procuram interagir com desconhecidos, e as recriminamos por isso.

A interação é o que nos faz humanos, preserva a nossa saúde mental e nos enche de alegria – valorize.

R.S. Beco

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