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Archive for agosto \31\UTC 2010

Pisar nas pessoas, destratar e desdenhar, traz para cada um, um saldo enorme de pensamentos negativos que podem atormentar o seu espírito.

Imagine um mundo de gente pensando o seu mal, querendo a sua desgraça. Evite.

Como dizem – não pise nas pessoas quando estiver subindo, pois pode encontrá-las quando estiver descendo.

A vida é cheia de altos e baixos, e as pessoas dependem umas das outras.

Quem bate esquece, mas quem apanha nunca esquece. Não queira fazer parte da lista negra na mente das pessoas com que se relacionou.

Ter participação protagonista nas histórias de mágoa das pessoas te puxa para baixo, é uma força negativa.

As pessoas que pisam nos outros acabam solitárias e isoladas, o que é a coisa mais triste para qualquer indivíduo.

Não participe nem estimule os ambientes onde as pessoas pisam umas nas outras. Isso pode facilmente ocorrer no ambiente de trabalho.

O ambiente familiar também é um palco freqüente de atitudes de mal tratos. Procure interferir, ajude a descontaminar os ambientes excessivamente competitivos, onde imperam relacionamentos tóxicos regados à vaidade, arrogância e prepotência.

Por outro lado, os ambientes de cooperação, cheios de amizades sinceras, permitem que as pessoas sejam felizes, vivam bem, com mais saúde, produzam e sejam criativas.

Beco

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A vida pode ser rica e plena e por outro lado, pode ser pobre e medíocre.

A medida dessa riqueza nada tem a ver com dinheiro.

É uma questão de atitude.

É a determinação de enriquecer a vida, tirando a cabeça das picuinhas, da mediocridade, substituindo o imprestável pelo valioso exercício espiritual.

Não me refiro ao exercício religioso, mas ao espiritual.

Quando jovens, damos muita importância a coisas pequenas e insignificantes. Com a maturidade, e especialmente com a velhice, vem a atitude mais geracional, o pensamento em coisas de longo prazo.

A vida se torna plena, quando é tomada pelo cultivo de relacionamentos honestos e generosos, um tesouro de valor inestimável.

A amizade despretensiosa e desinteressada, o amor incondicional e o empenho em melhorar a si próprio a cada dia, pavimentam o caminho da felicidade.

Não é o caminho que conduz à felicidade, e sim o caminho que é a felicidade a cada passo.

As pessoas que trafegam nesse caminho, mostram uma serenidade, um sorriso sincero – simplesmente são felizes.

As pessoas que escolhem o caminho tortuoso da luxúria e da mesquinharia, se tornam ansiosos, estressados e eternos insatisfeitos.

Infelizmente, no trajeto árido da vida, muitas pessoas escolhem o pior caminho.

Se você ainda está no desvio tortuoso, reflita, pegue a primeira saída e acerte o seu rumo.

Se você está no caminho certo, mantenha, se aprimore a cada dia, e mais, ajude, compartilhe e contagie os outros para se ajuntar a você no caminho da felicidade.

Eu decidi a escrever o blog – SEJA FELIZ – para tornar esse meu exercício uma prática diária.

Faça algo nessa linha.

Compartilhe.

Seja Feliz.

Beco

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Contam uma história que um agricultor preparou a terra, plantou as sementes, irrigou e conduziu cuidadosamente a propriedade até que as plantas frutificaram.

Apareceu então o seu vizinho que comentou “que linda produção Deus te proporcionou”, no que ele respondeu  “ – você precisava ver o resultado quando deixei tudo por conta DELE!”.

Mensagem: devemos acreditar numa Força Superior, o que não nos exime de fazer a nossa parte.

Todos somos testemunhas de inúmeras graças recebidas, mas em cada uma, sabemos o esforço que nos coube empreender.

Na doença, oramos, mas tomamos os medicamentos.

No vestibular, pedimos graças, mas estudamos feito maluco.

Na estrada, pedimos proteção, mas dirigimos com cuidado, sem bebida alcoólica e com cintos de segurança.

Há um velho ditado árabe que diz: “na tempestade, rezamos para ELE, mas amarramos o camelo na árvore.

É sempre bom lembrar que não estamos sozinhos nessa nossa empreitada.

Viver é uma parceria permanente que fazemos com ELE. Pedimos, agradecemos, mas devemos fazer a nossa parte. A ajuda vem de diversas maneiras. Faça uma relação, mesmo que não escrita, de ocasiões onde uma ajuda essencial veio na hora certa. Acredite numa sintonia.

Acredite que a carga que temos nessa vida é do tamanho que conseguimos carregar.

Ficar lamuriando, culpando os outros e a si mesmo não vai melhorar em nada a sua situação.

Faça a sua parte.

Não fique imobilizado.

Assuma a responsabilidade pela sua vida. Não deixe o seu destino ao acaso, se eximindo de fazer suas escolhas e encontrar as suas respostas.

Não se incomode tanto com o medo. Coragem não é ausência de medo, mas é agir, tomar parte, é assumir o controle a despeito do medo.

Faça a sua parte.

Beco

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O cérebro é como um músculo que precisa ser exercitado. Se não usar, vai atrofiar.

É muito fácil manter um bom nível de atividade, o que melhora o bem-estar e ajuda a afastar a degeneração mental de qualquer natureza.

As pessoas se valem de vários recursos amplamente disponíveis, tais como os jogos de cartas, palavras cruzadas, sudoku e tantos outros jogos que envolvem raciocínio e memorização.

Acredito que a maneira mais fácil de manter o cérebro ativo é ler.

Quando lemos, especialmente os livros de ficção, deixamos a imaginação solta sob as rédeas do autor, o que é um excelente exercício mental.

Outro exercício ainda melhor é escrever.

Quem gosta de manter um diário, pode fazer isso rotineiramente. Quem escrever crônicas, ou estórias tem um prato cheio para se exercitar.

Quem gosta de escrever sobre as suas próprias coisas, fases da vida, experiências, crises, pode por em prática a recomendação.

Isso sem falar das duas coisas que mais fazemos durante a vida, que é estudar e trabalhar.

Quem para de estudar, se aposenta e não prossegue exercitando a mente, está deixando um espaço enorme para doenças não só da mente, mas também doenças emocionais.

Quem trabalha, por outro lado, corre o risco de se acomodar com o feijão com arroz, com a rotina maçante, perdendo assim a oportunidade de trazer inovação, criatividade e carga intelectual também para o trabalho diário.

Trabalhar compenetrado, com boas reflexões, procurar melhorias, estudar profundamente e buscar soluções sofisticadas é uma maneira de aproveitar melhor as horas de trabalho também para manter a boa forma mental.

Exercite.

Beco

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Mantenha uma atividade física rotineira, se possível, diariamente.

Hoje em dia, mesmo as pessoas comuns, não atletas, buscam mecanismos para se exercitar rotineiramente.

Fácil iniciar e se inscrever nos programas, mas difícil manter o ritmo e a participação, e as opções são muitas, academia de ginástica, aula de ioga, amigos do futebol, grupo de dança e muitos outros.

As desculpas para fugir do compromisso são inúmeras: dor de cabeça repentina, visita inesperada, cansaço, trabalho ou compromissos sociais.

Não incluí, mas vale citar as freqüentes crises de preguiça e desânimo.

Seguem algumas recomendações que funcionam para mim.

Manter um elenco enorme de possibilidades para exercício ao alcance da mão – em casa.

Não desperdiçar qualquer oportunidade que apareça de graça no meio da rotina diária.

Uma caminhada para o trabalho ou mesmo entre um compromisso e outro durante o dia.

Subir alguns lances de escada.

Fazer uma faxina em casa ou mesmo um pouco de jardinagem ajuda a manter a máquina funcionando.

Não se preocupe tanto em queimar calorias. Se preocupe mais em se mexer.

Às vezes desperdiçamos oportunidades valiosas de exercício físico gratuito para depois então pagar uma academia de ginástica que sequer frequentamos.

Carregar umas sacolas de compras do caixa do supermercado até o seu carro no estacionamento é quase igual a levantar alguns quilos na academia.

Subir uns lances de escada equivale a alguns minutos de step na academia.

Uma faxina em casa pode equivaler a toda uma série de puxadas e estiradas de pernas e braços numa máquina sofisticada.

Para os que já recebem orientação profissional e freqüentam uma academia com disciplina e dedicação, as recomendações são dispensáveis, mas você mesmo sabe o quanto é difícil manter o ritmo.

Beco

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Não abrace o mundo e não queira se responsabilizar por tudo.

Existe um cargo para cuidar de tudo no mundo. Este cargo é vitalício, é eterno e está ocupado.

É comum nos sentirmos frustrados em não poder fazer mais.

Queremos contribuir mais, influir mais, produzir mais.

Nem sempre é possível, e muita coisa está fora do nosso alcance.

Especialmente quanto se trata de doença, queremos entender mais que os médicos, fazer mais que os enfermeiros e questionar os avanços da medicina.

Temos que relaxar um pouco essa nossa prepotência.

Temos que fazer o que está ao nosso alcance, e é muita coisa que podemos fazer.

Não se frustre ao ver que a lista do que não pode fazer é imensa. Temos que aprender a confiar nos outros, e especialmente numa Força Superior.

Devemos desenvolver a paciência e deixar que outros dêem conta do recado.

As sementes demoram muitos dias para germinar, os bebês demoram 9 meses para nascer, e as árvores demoram anos para frutificar.

Não adianta querer exercer um poder sobre as coisas, poder esse que você não tem.

Não fique angustiado e estressado querendo fazer o que não é a sua responsabilidade.

Acredite que Alguém está no controle.

Simplesmente acredite.

Beco

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Dedique energia especial para tratar dos vícios.

Procure ajuda dos familiares, ajuda profissional e grupos de ajuda.

Os vícios confundem os seus propósitos de crescimento, trazem a letargia, tão nociva ao seu crescimento pessoal.

Pode ser uma dependência química, mas pode ser um distúrbio alimentar ou uma mania de qualquer natureza.

Procure ajuda.

Procure se fortalecer emocionalmente para atacar com mais vigor essa doença ou uma simples deficiência.

É comum nos julgarmos muito forte, mas muita coisa está fora do nosso controle, embora queiramos acreditar de maneira diferente.

Precisamos de ajuda. Se abra para ser ajudado.

E temos sempre onde recorrer.

Mesmo para os familiares de pessoas envolvidas em alguma dependência química, a ajuda profissional é sempre bem vinda.

Os grupos de ajuda são comprovadamente um recurso valioso tanto para dependentes quanto para familiares.

Reconhecer o seu vício  é o primeiro grande passo.

Aceitar ajuda é outro grande passo.

A decisão de prosseguir a vida e o seu processo de crescimento pessoal é a condição essencial para acumular energia para lidar com essas dificuldades.

A luta é dura, mas vale à pena.

O histórico de recuperação é animador para qualquer tipo de vício.

Entender o mecanismo da doença é muito importante para saber como lidar com ela.

Entender a doença também é importante para amigos e familiares que estão dispostos a ajudar.

Uma grande sacada é ter a coragem para encarar de frente os vícios, com disposição para se curar e humildade para assumir somente aquilo que dá conta de assumir.

Aprenda gostar de si próprio. Se levante do chão. Levante a auto-estima.

Busque dentro de si a energia para se levantar com as próprias pernas.

Não recuse o braço amigo estendido para te apoiar.

Aceite ajuda profissional.

Aprenda a ver, a sentir e a conviver com a luz espiritual.

Beco

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Fique bem.

Esta postagem é uma homenagem a uma assídua leitura deste blog que sempre se despede com esta frase: “fique bem”.

Não encontrei até agora nada tão belo e adequado para dizer ao final quanto: fique bem.

Há muito tempo atrás, li um livro muito interessante que me marcou.

O livro se chama As três Ecologias, do filósofo francês Félix Guattari, que já esteve no Brasil e faleceu em 1992.

Diz Guattari, no seu livro, que precisamos estar bem consigo mesmo, com os outros e com o planeta, o que ele descreve na Ecologia Ambiental, Ecologia Social e Ecologia Mental. Ele traz para o conceito da ecologia, os aspectos humanos e sociais, por vezes esquecidos, nesse debate contemporâneo da preservação. Afinal, queremos salvar o planeta, as pessoas e as relações.

Queremos ficar bem.

Em muitas empreitadas, buscados reconstruir o ambiente físico, mas temos que também reconstruir as relações humanas, nos livrando das chagas da violência e do preconceito.

Não é possível estar bem consigo próprio estando mal com as pessoas, ou mesmo em desarmonia com o ambiente físico que nos cerca.

Precisamos da honestidade nas relações, e do espírito aberto para compartilhar e aprender.

Aprendi, na leitura do livro de Guattari, que isso tudo trabalha conjugado. Nos sentimos bem num lugar onde tudo está bem preservado, e por outro lado, nos sentimos mal num lugar onde acabou de ocorrer uma destruição.

O mesmo ocorre com o ambiente social e principalmente consigo mesmo.

Nos sentimos bem quando nos valorizamos, quando estamos cuidando de si e quando estamos crescendo espiritualmente.

Fique bem.

Beco

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A humildade não nega o valor de si próprio – não é baixa estima.

Também não é modéstia. E não tem nada a ver com a falsa modéstia, esta na verdade uma manobra vil de se rebaixar, rebaixando ainda mais os outros.

A humildade é dar valor a outras pessoas, se colocando em posição de total igualdade.

É reconhecer o valor que cada um tem, desvestindo a vestimenta do status e da posição econômica.

É ceder o lugar a outro deixando de lado a sua posição social.

Quando praticamos a humildade, abandonamos os sentimentos mesquinhos que tanto faz mal ao espírito, a arrogância, a vaidade e a inveja.

Parece que aceitamos bem a humildade quando falamos num ambiente religioso e de caridade, mas nos afastamos da humildade quando falamos de negócios num ambiente corporativo.

Aceitamos a  humildade de lideranças sociais, mas torcemos o nariz para lideranças políticas humildes.

Enfim, o mundo cobra da gente uma posição mais positiva, determinada, e em certo nível, uma arrogância moderada, e isso não é bom.

Acredito que há um espaço para ser determinado e positivo, demonstrando um sentimento de igualdade e humildade sem com isso perder espaço para os indivíduos altamente competitivos.

Como diz o artigo da Berkeley University sobre o paradoxo da humildade, nós precisamos, nos dias de hoje, de um antídoto para a arrogância e o isolamento, e isso pode muito bem ser a humildade.

Muito interessante a abordagem do artigo, que segundo cientistas debruçados no estudo da humildade, descobriram que a humildade não cai bem quando relatada, e que ninguém compraria um livro com o título – Como consegui atingir a humildade perfeita.

Como relata no artigo, o Arcebispo de Canterbury, a humildade é mais uma liberdade de pensamento de você mesmo e dos outros, sob a ausência da arrogância, do orgulho e do narcisismo.

Há espaço para a humildade.

Beco

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Quem almejou a serenidade e conseguiu atingi-la sabe que é um sentimento de paz incomum.

É um estado de profundo relaxamento.

A serenidade não é um estado de torpor emocional ou de anestesia, mas uma calma suficiente para enxergar com clareza o nosso caminho.

Clareza para discernir os obstáculos e encontrar maneiras de transpô-los, ou mesmo contorná-los.

Todos nós fomos aquinhoados com a carga suficiente de problemas, mas é normal nos sentirmos sobrecarregados.

A tranqüilidade para tocar pra frente é algo sempre desejada.

A meditação é o melhor caminho para esvaziar a mente por uns momentos, deixando-a livre para se ocupar com os pensamentos adequados.

É como pegar o balde para encher de água limpa mas encontrar um pouco de água suja acumulada com a chuva.

Antes de mais nada, devemos esvaziá-la para enchê-la novamente com água limpa.

Não é o que acontece com a gente. Vamos logo colocando água limpa, que acaba se turvando imediatamente ao se misturar com a água suja.

Um procedimento que utilizo e que aprendi nas leituras de Thich Nhat Hahn – meditação caminhando – walking meditation.

Eu tenho por hábito caminhar rápido, e tive que fazer um esforço para me adaptar à meditação.

Caminhe com passos confortáveis de modo que a respiração e as passadas se conjuguem harmonicamente.

Eu utilizo dois passos por cada inspirada ou expirada, de modo que dois ciclos direito-esquerdo compreende um ciclo da respiração.

Faço isso com muita freqüência, e me acostumei a buscar a serenidade toda vez que me vejo caminhando.

Sinta, à medida que caminha e respira, o esvaziamento da mente e a tranqüilidade tomar conta de si.

Beco

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