10 conselhos de quem chegou aos 116 anos

10 conselhos de quem chegou aos 116 anos

Jiroemon Kimura viveu no interior do Japão, e segundo consta, ao morrer com 116 anos, se tornou a pessoa mais idosa do mundo. Em uma de suas últimas entrevistas, um ano antes da sua despedida, ele deixou os 10 conselhos para se viver bem, que transcrevo aqui resumidamente.

10 Conselhos:

1 – Se exercite diariamente – faça disso uma disciplina, um hábito. Ele praticou este item muito bem até os 100 anos. Quando as pernas ficaram fracas aos 110 anos, passou a fazer cem movimentos de bicicleta, deitado. Aos 114 ainda mantinha a disciplina de movimentar pernas e braços para se manter ativo.

2 – Coma pequenas porções – há um ditado japonês, hara hachibunme (comer apenas até saciar 80% da sua fome). Até os 115 anos, comeu tudo que teve vontade, em pequenas porções e nunca tomou qualquer medicação. “Coma pouco para viver muito”.

3-Permita que as adversidades te faça forte. Diante das adversidades, diga a si mesmo – é bom para mim, vai me ajudar a crescer.

4 – Leia as notícias todos os dias – esteja atualizado com o que acontece no mundo – não se desligue, nem se isole.

5 – Elimine as preferências radicais – saboreie a vida como ela vier.

6 – Viva sem apego – para quem presenciou 3 séculos e 4 imperadores, ficou a brilhante sabedoria de que não devemos nos apegar às coisas, pois são passageiras.

7 – Esteja perto da natureza – Kimura se aposentou depois de 38 anos nos correios e retornou ao campo, de onde saiu, e pode constatar a virtude de estar perto da natureza. Aos 100 anos ainda fazia longas caminhadas pelo campo.

8 – Agradeça – não vivemos e realizamos coisas por nossa única competência. Temos que nos sentir gratos por todos e por tudo que nos cerca.

9 – Ria com frequência – viva com alegria, com um caloroso senso de humor.

10 – Quebre a vida em pequenas partes – para quem viveu tanto, uma última lição foi acordar todos os dias imaginando o que seria um bom dia.

A meta:

Em entrevistas aos jornais, Kimura disse aos 90 anos que a meta seria chegar aos 100. Essa meta que se transformou em 110, e depois a meta dos 120 que ele quase conseguiu.

Quando encaramos as circunstâncias da vida como um mega desafio, liberamos em muita quantidade as substâncias químicas do estresse que acaba com a nossa saúde. Quando assumimos que vamos fazer tudo em pequenas etapas, sentimos tudo mais factível, realizamos mais, e também, vivemos melhor.

Rubens Sakay (Beco)

2 Comentários

Edimilson Sant'Anna

about 3 anos ago

Muito bom! Simples e óbvio, mas "difícil" por que assim o tornamos...rs

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