"Escolhi ser feliz e quero compartilhar as lições que aprendi."

Sonhar e agir

Podemos e devemos trabalhar para que os nossos sonhos se transformem em realidade.

Mesmo as coisas que fizemos diferente no passado e agora queremos corrigir, devemos fazer.

Por vezes os desejos envolvem uma conduta melhor.

Desejo ser mais tolerante – quero ser mais compreensivo com os outros.

Desejo perdoar mais – aceitar as pessoas como são.

Tudo isso envolve uma determinação e uma ação permanente e diária. Podemos nos tornar uma pesoa melhor um dia de cada vez.

Tudo que você desejou fazer – agora é a chance de fazer. Faça de cada momento, uma oportunidade de realizar alguma coisa. Dê significado ao seu caminhar, à sua vida.

Sei que você é capaz de escrever uma enorme lista de razões para não fazer, não agir, procrastinar. Mas saia fora desse circulo vicioso do adiamento e da estagnação.

Há uma simples receita para realizar os seus sonhos, se levantar e sair fazerndo – nada mais.

O comportamento mais comum é desejar alguma coisa e deixar esse pensamento escapar, sem qualquer elaboração. Pense, coloque no papel, detalhe um pouco e identifique a primeiríssima ação nessa direção. Você agora sabe por onde começar – faça o que ter que ser feito.

Você não precisa inventar nada nem criar novos sonhos agora. Simplesmente saia para realizar alguns que foram elaborados e esquecidos na sua gaveta.

Não quero dizer com isso que você pode viver a vida sem novos sonhos, mas você deve, para o seu próprio vem, partir para a ação.

Temos evitar chegar ao final da vida cheio de arrependimentos por não ter realizado os nossos sonhos.

Durante o nosso trajeto, pensamentos, sonhamos e desejamos muitas coisas que tornariam a nossa vida maravilhos. Não devemos adiar as nossas ações indefinidamente, pois o tempo da partida pode terminar antes que realizemos qualquer desses sonhos.

Você pode fazer isso tudo agora – pare de sonhar e comece a realizar.                                                                               Rubens Sakay (Beco)

Seguir em frente

Seguir em frente

A vida é seguir adiante, sem estagnação, conformismo e entreguismo.

Temos que levantar a cabeça diante das adversidades e seguir em frente, pois é lá que está no nosso futuro promissor. As dificuldades são oportunidade para você mostrar suas forças, capacidade e habilidades adquiridas. As realizações e os bons tempos comprovam o quanto valeu a pena seguir lutando, com fé e confiança em si mesmo.

As criticas que recebemos são ingredientes para melhorar a pessoa que estamos nos tornando.

Mesmo quando alguma coisa não dá certo, temos alguma lição a aprender, algo a corrigir e prosperar.

As pessoas que nos apoiam e elogiam, são encorajadores parceiros dessa caminhada produtiva.

5 maneiras de agradecer no trabalho

5 maneiras de agradecer no trabalho

Estamos tão compenetrados no trabalho, e às vezes tão estressados que nos esquecemos de utilizar a moeda mais valiosa no ambiente de trabalho, a gratidão.

Temos que aproveitar as boas oportunidades para agradecer, sabendo principalmente que isso nos faz feliz.

Nos acostumamos a agradecer em casa, assim fomos ensinados. Agradecemos na igreja, pois nos parece adequado – mas nos esquecemos de fazer isso onde passamos a maior parte do nosso tempo, no trabalho.

Por incrível que possa parecer, 35% das pessoas pesquisadas pela Templeton acreditam que agradecer favorece a exploração e o abuso por parte das outras pessoas, uma crença totalmente descabida.

O autor Jeremy Adam Smith em artigo no Greater Good aponta cinco maneiras preciosas de fazer uso desse recurso tão desprezado. A gratidão nos torna mais ricos, pessoas melhores, mais saudáveis e mais queridas, e nem precisa economizar, pois quanto mais usamos mais temos para usar.

Discorro sobre os 5 pontos que Smith focaliza:

Uma vida calma

Uma vida calma

O nosso cotidiano anda mesmo impossível, e agora com as redes sociais, as pessoas ficam neuróticas tentando responder a tempo todas as inquirições, estar atento permanentemente e se atualizar sobre tudo e principalmente sobre todos.

Mas temos que encontrar a calma no cotidiano, iniciar o dia de modo tranquilo, ajustando o diapasão para uma paz interior.

Sei que é difícil para quem já começa o dia frenetícamente no malabarismo das tarefas do lar, o início da jornada de trabalho e um longo trafego para enfrentar.

Procure alguns poucos minutos de calma no café da manhã, mesmo que isso signifique acordar dez minutos mais cedo. Uma caminha curta, mas num ritmo tranquilo, sem ruído, sem celular, pode ser um início de dia mais sereno. A mesma caminhada feita no final do dia pode ser revigorante, depois de um dia estressante.

Um balanço da vida

Um balanço da vida

Faça um balanço honesto de sua vida, e verifique se está caminhando na direção que te leve para onde quer chegar.

Quando viajamos utilizando vários modais, avião, trem e metrô na mesma viagem, passando por várias cidades e países, aprendemos lições valiosas sobre a praticidade.

Programar para fazer muitas paradas não é nem prático nem divertido – a viagem acaba se tornando cansativa.

Carregar muita coisa e comprar muita coisa acaba tornando a viagem um tormento maior a cada percurso. A movimentação é dificultada, as malas são pequenas, os espaços insuficientes e mais do que tudo – não aguentamos carregar tanta coisa inútil.

Assim é a vida – fazemos coisas sem importância e também carregamos coisas que deveríamos deixar de lado, e temos que pensar nisso quando fazemos um balanço da vida.

Sob o domínio do medo

Sentimos medo por tanta coisa que nem faz sentido. O mundo não está à beira de uma catastrofe, e toda desgraça que te aflige não vai te acontecer.

Sentir medo é natural, mas quando este surge, dispara todo um conjunto de reações e sentimentos, alguns inadequados.

Aprenda a lidar com o medo, mantendo a tranqüilidade suficiente para tomar as decisões corretas, afastando pensamentos inúteis e danosos.

O medo é um sentimento ancestral, e nos livra de muitos perigos, e nesse sentido, é uma questão de sobrevivência. O homem desenvolveu essas reações em milhões de anos de evolução, e temos que agradecer a isso, mas o medo que sentimos hoje é desproporcional diante da realidade moderna.

Deixe o seu medo ancestral te livrar apenas dos perigos reais. Não fantasie sobre os perigos que te cercam.

Às vezes tememos por um evento mesmo quando todas as evidências apontam para a impossibilidade disso acontecer.

Muitas vezes tememos por coisas que vão acontecer com 100 por cento de chance – a velhice, a morte.

Não sofra com o que não deve acontecer.

Tampouco sofra com o que vai acontecer, e aceite a vida com serenidade.

Para as coisas que estão fora do seu controle, há a fé, a esperança, e a aceitação.

Para alguns, fazer uma lista dos medos ajuda. É um exercício que podemos fazer sozinhos. Relacionar cada medo e analisá-los, cada um, com a lupa da realidade e da objetividade é algo que ajuda a descontruir o medo, tirar tanta tinta vermelha do nosso futuro.

O futro é incerto em grande escala, mas nem por isso temos que imaginá-lo catastrófico.

A lista pode melhorar o seu discernimento do que é real e do que é fantasioso.

Compartilhe os seus medos com alguém próximo ou um profissional. Isso costuma ajudar.

O medo é também a falta de coragem. Mas a coragem não é ausência de medo.

A falta de coragem pode ser provocada por pouco conhecimento das próprias forças.

Examine suas forças. Examine o quanto você é capaz.

Observe o medo de frente.

Entenda a natureza do seu medo.

Não se deixe dominar. Rubens Sakay (Beco)

Com muita sede ao pote

Com muita sede ao pote

Não vá com muita sede ao pote e não coloque muita vontade nas coisas.

Pode parecer um contra censo, pois é claro que se empenhar de coração nas coisas que faz, faz mais sentido e no final podemos ter melhores resultados. Mas devemos fazer isso com seletividade, nas coisas que realmente damos valor. Quando nos empenhamos desmesuradamente e generalizadamente, temos uma maior chance de nos decepcionarmos.

Quando se diz:  não vá com muita sede ao pote” que dizer que na ansiedade você pode derramar a água toda, ou mesmo deixar o pote cair e se quebrar.

Mas não é só isso, a ansiedade na busca pode embotar sua visão te limitando de apreciar a vida enquanto busca as coisas que ainda não tem.

Querer muito uma coisa pode levar também a não aceitação de resultados parciais e menores, e quando o resultado for atingido, a frustração pode impedir que esse resultado seja plenamente apreciado.

O perdão e a vingança

O perdão e a vingança

A natureza nos equipou com ambas as capacidades, perdoar e revidar, ou se vingar. Porque será que a nossa mente se entretem mais com a vingança do que com o perdão? Porque é tão difícil praticar uma coisa ao passo que nos parece tão natural pensar na outra?

O nosso processo evolutivo nos moldou para nos proteger na exploração uns pelos outros, e por esse motivo, sempre pensamos em dar o troco. E por mais ilógico que seja ficar ruminando na vingança, isso é o que mais ocupa a nossa mente.

Nos parece que o mais eficiente mecanismo de solução de conflitos passa pela retaliação.

E o mais interessante é que a retaliação vem uma forma desproporcional à ofensa recebida. Uma fechada não intencional no trânsito nos parece justificar uma agressão física sem proporções.

Outra oportunidade

Outra oportunidade

Saiba que haverá outra oportunidade, pois nada é definitivo.

Se não aconteceu desta vez, você vai ter a chance de tentar, outra vez, agora com a experiência acumulada, maturidade e um pouco de humildade.

Alguns dizem que as oportunidades só aparecem uma única vez. Não é verdade.

O cavalo selado aparece uma única vez. Na verdade, esta assertiva é para você não deixar de aproveitar as oportunidades quando aparecem, mas você não precisa perder a cabeça ou dar o caso como perdido quando algo dá errado.

A vida é cíclica. Você mesmo deve se lembrar de algumas oportunidades que se repetiram e você embarcou na segunda ou na terceira tentativa.

O exercício da empatia

Exercite a empatia, e com o tempo e a prática você vai incorporar isso no seu modo de vida.

Se coloque na pele do outro. Faça esse exercício. A prática da empatia leva a maior compreensão das pessoas, melhora e fortalece as relações, e fortalece a própria pessoa.

O foco da nossa empatia pode ser qualquer pessoa ou situação. Uma pessoa que sofre de alguma doença. Alguém que sofre uma perda grave seja de um ente querido, um emprego, ou mesmo algo material.

A empatia ajuda a buscar as causas dos acontecimentos e das atitudes.

Quando praticamos a empatia, não passamos imediatamente da percepção do evento para o julgamento das pessoas, e criar esse retardo no nosso pensamento nos faz pessoas melhores, mais serenas e saudáveis.

Compreendemos melhor as pessoas sejam elas do nosso convívio ou não.

Um ponto interessante é sobre a pergunta que se interpõe entre o incidente e o julgamento.

Porquê ela agiu dessa maneira?

Porquê ela disse isso?

Porque ela se irritou?

Quando nos flagramos fazendo uma pergunta desse tipo antes de qualquer julgamento, é sinal que estamos a um passo da prática da empatia.

Quando não praticamos a empatia, percebemos a ação da outra pessoa e passamos diretamente para o julgamento, sem sequer fazer qualquer pergunta. Julgamos, recriminamos e condemamos antes mesmo de compreender a circunstância.

Do ponto de vista espiritual, é importante experimentarmos um desligamento do nosso sentimento exclusivamente relacionado com o nosso corpo e as nossas sensações, e a empatia é faz algo nesse sentido pois buscamos sentir o que a outra pessoa está sentindo.

É a nossa emoção e a imaginação trabalhando juntas para produzirmos uma sensação muito importante, deixando de lado o julgamento, a comparação e a racionalidade.

Cito artigo do já mencionado autor Richard Layard sobre a empatia publicado no HuffingtonPost, onde ele comenta a empatia e a felicidade.

Layard diz que o homem tem uma natureza voltada para a empatia – homo empathicus, e por isso a empatia está naturalmente no caminho para a felicidade.

Cito ainda o artigo de Jeremy Rifkin que já foi páginas amarelas da revista Veja. Ele escreveu obras importantes que dizem muito sobre o futuro das tecnologias e da humanidade. É um pensador prolífico, e pessoa simpática a quem tive o prazer de ciceronear quando esteve no Rio de Janeiro há alguns atrás.

No seu livro A Civilização Empática fala sobre a nova geração, cujo comportamento evidencia a derrota do homo sapiens para o homo empathicus, definindo uma natureza humana mais empática, engajada, consciente e direcionada para valores intrínsecos e interconectados com a vida.

Rubens Sakay (Beco)

 

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