Feeds:
Posts
Comentários

A vida de qualquer um é de muito trabalho.

Temos que arregaçar as mangas e colocar mãos à obra. Não há tempo para fazer corpo mole, procrastinar ou empurrar com a barriga.

É como navegar contra a correnteza. Se ficarmos inertes, estagnados, na verdade andamos para trás.

Não devemos parar para reclamar dos problemas.

Não interrompemos uma tarefa para culpar os outros.

Na verdade, temos que resolver as dificuldades, aprender as lições e seguir em frente.

O trabalho é conjunto, comunitário e ninguém faz ou se faz sozinho. Temos que aprender a trabalhar com os outros.

A glória e a vitória são sempre conjuntas, e mesmo para atletas olímpicos, há sempre uma equipe dedicada por trás.

Nos dedicamos junto aos familiares, na empresa, na comunidade e não deixamos a peteca cair mesmo na generosidade com aqueles que nos cercam.

Temos objetivos e metas e, sobretudo, nos dedicamos àquilo que traz sentido às nossas vidas.

Procuramos, nutrindo as nossas virtudes, tornarmos pessoas melhores, um dia de cada vez.

Dificuldades e adversidades é uma rotina de qualquer pessoa, e não devemos fugir da batalha.

Quanto maior a dificuldade mais acentuada é a nossa habilidade para lidar com as coisas da vida.

Nunca pela para não ter problemas, mas sim, para ter a coragem e a sabedoria para resolvê-los um a um.

Esteja sempre com a mente aberta para aprender em qualquer circunstância. Quando o aprendiz está pronto, o mestre aparece. A vida é uma escola para aqueles que a frequentam com dedicação.

Tocar a vida no piloto automático não nos habilita a resolver os problemas, nos impede de crescer, e ao final, vamos nos dar conta que a vida foi desperdiçada com coisas que nada contribuiu e que sequer nos recordamos.

Viva plenamente em movimento, dedicado, na labuta, e se sentira realizado e feliz.

R.S. Beco

As nossas emoções têm uma complexidade que não devemos desprezar nem descuidar.

Compreender os sinais que vêm do coração, sutis, e não raro confusos, é uma tarefa diária.

Sentimentos negativos, positivos, inflamados, exaltados, e não por isso deixam de ser genuinamente nossos.

Normalmente, os sinais confusos exigem paciência e calma, enfim, deixar a poeira das emoções se assentar.

Muitas vezes, deixamos tudo dormir uma noite, e de manhã, as coisas adquirem uma importância diferente.

O que pode parecer o caminho mais curto, deixar que as emoções dominem, acaba sendo um transtorno, revidamos desproporcionalmente os acontecimentos e prejudicamos os nossos relacionamentos.

Reconheça as suas emoções e também o impulso que elas apresentam para comandar as suas ações. Aceite o que está sentindo, e dê credito ao coração, e não mantenha tudo engarrafado e contido. É saudável expressar as emoções, mas faça isso de maneira construtiva. No calor dos acontecimentos, podemos facilmente enfiar os pés pelas mãos, e permitir que a fervura dos relacionamentos ultrapasse o limite razoável.

Avalie com objetividade o que está acontecendo, pois as emoções podem dar sinais equivocados, e acabamos confusos.

Sei que temos que fazer um esforço para fazer amigos e um esforço maior para mantê-los, mas às vezes o esforço acaba sendo unilateral, reflita se vale a pena investir tanto, sem retorno, sem contrapartida.

As emoções são parte inalienável do nosso ser, mas temos que cuidar para não sermos levados unicamente pelo balançar dos seus ventos. A razão tem que se apresentar, contrapor, ajudar, e em alguns casos, simplesmente assumir o timão.

Busque algum recurso para relaxar, uma meditação, exercício físico, ou escreva a respeito. Procure entender com muita calma o que se passa no seu coração.

Não coloque tanta energia em combater as emoções, especialmente quando eles se apresentam inflados e confusos.

Se dê um tempo, respire fundo e tudo vai se colocar no devido lugar.

Vá com calma e cuide de si com muita gentileza.

R.S. Beco

Recupere aquele olhar puro de criança, aquele capaz de se admirar com pequenas e sutis maravilhas do cotidiano.

Houve tempo em que você passava um tempão entretido e encantado com uma coisinha pequena, simples.

Experimente novamente aquele olhar livre de preconceitos, carregado de afeto.

Reflita sobre a sensação de aceitar completamente o mundo que te cerca.

Vê se consegue se afastar um pouco da complicada vida cotidiana, um tempo para você mesmo.

Se imagine sentar num banco de jardim e se conectar com uma pequena peça da natureza, uma flor, uma borboleta, ou mesmo a brisa fresca do entardecer.

A vida da criança é sempre cheia de mágica, e mesmo as coisas sem importância, simplórias até, adquirem um significado especial.

Se imagine criança na consciência pura das coisas que te cercam, enxergando além dos obstáculos.

Nem dúvidas, nem receios, mas simplesmente a crença de que o futuro proverá. Como está no livro de Mateus, os pássaros não plantam, não colhem e nem estocam nos celeiros, mas uma Força Divina os alimenta.

Acredite num mundo melhor, e saboreie a vida nas mínimas coisas, com uma admiração infantil, um olhar de aprendiz, ávido por novidades, afinal, cada experiência é uma aprendizagem.

Pense no mundo repleto de possibilidades para você. Imagine se libertar das amarras e explorar as oportunidades que se descortinam na sua frente.

Tudo o que você aprendeu ao longo da sua vida sem sombra de dúvida te tornaram uma pessoa mais capaz, mas enuviaram o olhar sem julgamento, sem críticas que te permitiam experimentar a felicidade com mais frequência.

Se permita ser, na maior pureza da alma e se sinta unificado com tudo e com todos.

R.S. Beco

Ouse se perdoar.

Reconheça as coisas ruins que fez no passado, não coloque para debaixo do tapete nem tente atribuir irrelevância.

Encare com honestidade, mas, sobretudo, ouse se perdoar.

Quando conseguimos levantar a autoestima é sinal de que encontramos dentro de si mesmo, algumas coisas que nos puxam para cima. E quando não encaramos de frente algumas coisas que fizemos no passado e que nos incomodam, isso fica nos derrubando, mesmo quando tudo anda bem.

Quando nos perdoamos, é porque fizemos as pazes com aquelas coisinhas dentro de si que nos puxam para baixo.

O ato de perdoar é um ato de coragem e de amor consigo mesmo, e é algo que fazemos sozinhos, em silêncio, e como muito bem lembra Lewis Smedes, não temos que ouvir as outras pessoas, lembra ele que: “pessoas hipócritas não querem que você se perdoe – elas querem que você caminhe para sempre sob o guarda-chuva negro da vergonha permanente”.

Faça isso em solitude, um recolhimento voluntário na sua paz interior, e se perdoe. Olhe para você, mais jovem, inexperiente, e que involuntariamente fez alguma coisa ruim que quer deixar para trás.

Olhe para os eventos com honestidade, não minimize, não justifique e nem mesmo tente empurrar a culpa para os outros.

O perdão é uma libertação, e quando fazemos consigo mesmo, é uma benção, algo que deveríamos ter feito há muito tempo.

Demorei muito a aprender esta lição, e passei décadas me recriminando, me culpando por coisas que fiz. Não cometi nenhum crime e nem prejudiquei outras pessoas dramaticamente, mas todos nós estamos sujeitos a magoar alguém algum dia. Muitas vezes não podemos nos desculpar, e as pessoas já se foram.

Mas podemos e devemos seguir em frente, sem essa carga desnecessária.

Assim como deixamos cair uma mochila pesada dos ombros, devemos fazer esse movimento emocional com os eventos que ainda nos machucam.

Assim vamos seguir mais leves, mais aptos para apreciar a vida plenamente.

R.S. Beco

Quando somos feridos, e sempre é a história do bandido e mocinho, alguém, o bandido, fere alguém propositalmente, o mocinho.

Temos que saber imediatamente de onde partiu a agressão, pois se ficarmos distraídos, resmungando, vai acontecer de novo.

Temos que manter a cabeça erguida, mesmo quando somos agredidos, e isso vale especialmente quando os golpes são baixos. Você recebe um golpe baixo, fica de autoestima baixa, abaixa a cabeça, e sabe muito bem aonde vai levar o próximo golpe.

Por outro lado, sempre nos posicionamos como o cordeiro inocente e desavisado que foi agredido injustamente, mas sabemos que não somos assim tão puros, e mesmo involuntariamente podemos ter provocado esta reação, esta agressão.

Temos que ser honestos quando analisamos, pois do contrário, estaremos mentindo para nós mesmos, e ainda reagindo de maneira desproporcional e inadequada.

Mesmo quando somos a parte injuriada, não somos a parte completamente inocente, mas isso não justifica ficar se fazendo de capacho, pois isso é um convite para novas agressões.

Temos que aprender a cuidar de si mesmo, ser generoso e amigo, mas temos que nos proteger.

Sei que o mundo não é assim tão perigoso, mas aquele que se coloca por baixo, acaba mesmo virando saco de pancadas.

Agressões são inadmissíveis, e temos que cuidar para que os relacionamentos sejam honestos, afetuosos, de um lado e de outro.

A natureza humana é complexa, e temos que ficar atentos para decodificar os comportamentos.  Não revide as agressões, pois como disse Gandhi, olho por olho vai tornar o mundo um lugar de cegos.

Cuide da sua integridade, fique bem, e seja feliz.                                                                      R.S. Beco

Faça o bem e será mais um presente que vai abrir lá na frente, no caminho da vida.

Nunca vamos nos arrepender de fazer o bem, mesmo que tenhamos algum dissabor como recompensa. A retribuição nunca acontece em um único pagamento, e as parcelas podem vir pouco a pouco, ao longo da vida, por muito tempo.

Não economize em fazer o bem, e o faça para pessoas que sequer conhece, e sinta de pronto o benefício em si mesmo.

Há muitas formas de fazer o bem, e tenho certeza que você vai inventar alguma que ninguém tenha sequer pensado.

Mas vamos citar apenas algumas, conhecidas, que podemos facilmente nos esquecer.

Li isso no tinybuddha.com, e vou resumir algumas dessas maneiras.

Aceite as pessoas com a mente aberta, sem muito julgamento, não rotule as pessoas e procure usufruir daquilo que elas têm de melhor.

Faça-as saber o quanto você as aprecia, dê atenção, demonstre o afeto e carinho.

Faça pequenas gentilezas assim como segurar a porta para alguém que está saindo ou entrando.

Sorria como uma reação agradável à interação. Coloque qualidade nas interações com outras pessoas.

Acredite nas pessoas e seja verdadeiro com elas. Encoraje-as em tudo que fazem, esteja junto.

Agradeça imediatamente, não esconda a sua gratidão.

Dê espaço para que as outras pessoas ocupem.

Ouça os outros com atenção, e quando te contam algum problema, não se apresse em mostrar as habilidades e correr para ajudar a resolvê-los. Simplesmente empreste seus ouvidos generosos.

Dedique seu tempo para os outros. Mande mensagens, troque ideias, contribua com sugestões e opiniões.

Aceite as desculpes, se desculpe e perdoe quando for o caso. O perdão é sempre um passo importante para reconciliações.

Sobretudo, esteja disponível e concentrado enquanto interage com as pessoas.

R.S. Beco

Na nossa vida estamos vez por outra colidindo com as pessoas, sejam nos relacionamentos, nas opiniões, nas atividades, enfim, não há como agradar a todos. Precisamos aprender a lidar com encontrões muitas vezes involuntários.

Há pessoas que ficam iradas por qualquer coisa, e basta um esbarrão para ficar de cara amarrada pelo resto do dia.

Outras são capazes de relevar, atribuir importância adequada para cada situação, mas sei que somos capazes de contrariar e mesmo de ofender as pessoas, e há muitas formas de lidar com isso.

A primeira providência clara é reconhecer o incômodo que causamos e se desculpar imediatamente, e quando isso acontece em público, em meio a outras pessoas, é importante se retratar ali mesmo, na frente de todos.

Quando deixamos para se desculpar reservadamente, o efeito não é o mesmo. Ofender em público e se desculpar reservadamente não é totalmente honesto.

Mas temos o outro lado, quando nos ofendemos, nos chateamos com as outras pessoas nas situações do cotidiano.

Temos que dar a importância que o evento merece, e não fazer tempestade em copo d’água, ou revidar ao menor movimento contrário.

O bom relacionamento exige flexibilidade e uma certa tolerância. Não devemos exigir que as pessoas sejam perfeitas, até porque nós não somos.

Temos que desculpar e perdoar as pessoas, evitando carregar na mente e no coração um rosário de desafetos e contrariedades.

O coração leve nos torna uma pessoa agradável e querida nos meios sociais, ao passo que a pessoa muito dolorida, contrariada e revoltada, acaba expulsando os próprios amigos. Ninguém gosta de conviver com pessoas que vivem reclamando das outras, praguejando e fazendo um cavalo de batalha em cima de pequenas coisas.

Podemos dar muitos encontrões no nosso caminho, mas reconhecer, se desculpar e cuidar para que não seja contumaz, faz muita diferença na qualidade das interações humanas.

R.S. Beco

Às vezes acontece de nos sentirmos envergonhados por algo que fizemos, e não conseguimos admitir que fizemos tal coisa. Mentimos, manipulados, tentamos enganar os outros e a nós mesmos.

Como nos ensinou o prof. Daniel Wegner da Universidade de Harvard, quanto mais tentamos não pensar em uma coisa, mais ela não sai da nossa cabeça, e esse fenômeno mental perverso acaba nos prejudicando.

Enquanto ficamos lutando contra o incidente, mais ele fica martelando na nossa cabeça.

Temos que deixar ir, fazer as pazes com o passado, admitir, mesmo que seja uma coisa de que nos envergonhamos.

Se temos como corrigir, consertar, se desculpar, devemos fazer logo, pois isso vai aliviar as nossas emoções negativas.

Se não há o que fazer, temos que nos perdoar e seguir em frente.

Quando fazemos aquele esforço enorme para negar, manipular, esconder, aí é que o incidente permanece nos machucando.

Temos que ponderar se vale a pena confidenciar a alguém, fazer reparações, e tudo isso pode aliviar o sofrimento.

Quando é muito tarde para consertar, devemos nos tratar com gentileza e honestidade. Ninguém é perfeito e tampouco está livre de cometer falhas. Quando refletimos bastante, aprendemos a lição, só nos resta tocar a vida.

Quando a prepotência nos coloca em posição de infalíveis, e tentamos por tudo, negar a si mesmo o ocorrido, se enchendo de desculpas e justificativas, gastamos muita energia sem resultado, pois nós sabemos o que aconteceu. Podemos enganar a todos, mas não podemos enganar a nós mesmos.

Aceitar, se redimir, reparar, vai te liberar dessa carga enorme que você carrega nos ombros.

Siga a vida com leveza, mas com determinação, admitindo que pode errar, mas pode aprender a lição. Quando ficamos nas desculpas e negações, escolhemos a estagnação, pois não saímos do lugar.

A vida é cheia de surpresas e algumas não são agradáveis.

Aceite tudo que vier, tire lições, tire proveito, e procure crescer em todas as circunstâncias.

R.S. Beco

Viver e sobreviver.

Nem tudo que precisamos para viver faz sentido para sobreviver e vice-versa.

Quando lutamos para sobreviver, temos que descartar muitas coisas e pensamentos e cuidar para que os recursos essenciais sejam providos, abrigo, comida e segurança. É mais ou menos evidente que quando estamos vivendo no modo de sobrevivência, a nossa mente não consegue atinar para outras coisas.

Por outro lado, quando conseguimos níveis suficientes de recursos, temos que alternar a nossa mente para o modo viver, pois do contrário vamos provocar desequilíbrios na vida, no organismo físico e na saúde.

Um exemplo claro é quando o organismo está em modo de sobrevivência, e assim ele procura otimizar o uso da energia e armazena tudo que consegue em forma de gordura naqueles pneuzinhos que você detesta. É por esse motivo que se recomenda não passar forme, fazendo várias refeições menores, ao longo do dia. Quando impomos a fome ao nosso organismo, o cérebro manda um comando para economizar energia e armazenar nos rolinhos que já comentei.

Quando fazemos o mesmo para os bens materiais, apesar de termos o suficiente para viver, seguimos acumulando roupas no armário, objetos variados na casa, a qual necessita ser ampliada, ou mesmo substituída por uma maior.

Vamos amplificando as nossas necessidades como se isso fosse um caso de sobrevivência, a bolsa da moda, o carro novo e cada vez mais caro e muitos dígitos na conta corrente. Compramos mais, comemos mais, e acabamos obesos, abastados de recursos materiais, e não raro, vazios por dentro, pois a vida foi desperdiçada com futilidades.

A maioria de nós poderia muito bem rodar no modo viver, mas estamos obcecados no modo sobreviver.

Que decepção seria chegar ao final da vida e saber que apenas sobreviveu, e não viveu, não aproveitou a vida abundante que lhe foi ofertada todos os dias.

Viver significa poder parar para apreciar a vida nas mínimas coisas, estar perto dos amigos do coração.

Viver passa por exercitar aquilo que temos de melhor, a generosidade, a compaixão e o amor.

Pense um pouco se você já não tem o bastante, portanto, faz sentido viver mais e sobreviver menos.

Aproveite a vida enquanto há vida.                                                                                              R.S. Beco

Hoje é diferente.

Hoje é diferente, pois consigo olhar a minha realidade com o olhar mais positivo, mais otimista.

Não me tornei conformado com muita coisa que não aconteceu, mas passei a aceitar vida que me foi ofertada, interrompendo assim aquele rosário de reclamações com a sorte que não me atingiu, e a oportunidade que me fugiu.

Vejo a perda de tempo e energia que foi olhar para o meu passado com a fixação de quem vai fazer o tempo voltar, consertar o que foi e realizar o que não foi possível.

A maturidade me trouxe a virtude da aceitação, de aceitar aquilo que não posso mudar, o meu passado, as outras pessoas, e praticamente tudo nesse mundo.

Mas não sou indiferente ao que acontece, fico indignado, e por vezes raivoso, mas calibro o meu julgamento e concentro a minha energia naquilo que está ao meu alcance. Não fujo da minha responsabilidade, faço o que me cabe e procuro sempre fazer o melhor que posso.

Hoje é diferente porque bati muito a cabeça, dei muito murro em ponta de faca, e aprendi a duras penas que o meu papel é importante sim, mas é circunscrito ao meu mundo.

Não devo acreditar nunca que tenho como responsabilidade mudar as outras pessoas e, portanto, devo evitar o julgamento e a condenação dos outros a torto e a direito.

Não sou ajudante de Deus, e embora saiba o que tenho que fazer, não falo em seu nome, não julgo e nem devo me meter na vida dos outros.

Sei que posso muito e que a minha discricionariedade na minha vida é grande, sou o que me determino a ser. Mas a minha latitude para mais ou menos por aí, e especialmente com relação às outras pessoas, devo aceitar, exercitar a compaixão, a generosidade, e procurar ser uma companhia desejável.

Quando desisti de mudar as outras pessoas, recuperei muito da minha paz interior, pois a minha mente deixou de ser um grande tribunal dos outros.

É um trajeto longo, e me vejo às vezes em recaída, mas acho que aprendi a lição, e quero ser uma pessoa querida, uma pessoa melhor, um dia de cada vez.

R.S. Beco

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 221 outros seguidores

%d blogueiros gostam disto: