"Escolhi ser feliz e quero compartilhar as lições que aprendi."

O poder da respiração

Amigos, como vocês sabem que eu pratico a minha meditação conectado em aparelho de biofeedback, no caso, o Inner Balance. Esta plataforma, utilizada por milhares de pessoas no mundo todo, apresenta no seu painel, o Leaderboard, os 10 melhores. Há alguns meses passei a figurar no painel, e gradativamente fui subindo no ranking até, em setembro último, atingir o topo, o melhor do mundo. Vou mostrar a minha prática, com o foco nas técnicas de respiração em LIVE com o Dr. Frederico Porto nesta próxima quarta, dia 18, às 20:00hs, no canal do Youtube Dr. Frederico Porto, ou no Instagram também do Dr. Frederico Porto.

Vieses comportamentais

Vieses comportamentais:

É da natureza humana desenvolver um raciocínio, uma maneira de escolher e decidir que por si só nos tornam presas fáceis de armadilhas do pensamento que chamamos de vieses comportamentais.

Nós distorcemos a realidade para que se encaixem na nossa individualidade e, também, no nosso individualismo. Quando as coisas dão certo, assumimos o crédito, e quando dão errado, atribuímos os erros a outros, às circunstâncias e obras do acaso.

As nossas decisões que julgamos irrepreensivelmente racionais, elaboradas na recolhimento dos nossos pensamentos, são na verdade previsivelmente irracionais e carregados de enganos, frutos de 188 tipos de armadilhas que a ciência já deu conta de revelar.

Na LIVE de hoje vou discorrer sobre o fenômeno dos vieses comportamentais, o impacto que têm no processo decisório e repassar algumas vacinas para se prevenir e evitar os seus efeitos. Encontro vocês no Linkedin ou no Youtube no canal do Dr. Frederico Porto´, às 16:00hs. É HOJE.

Nostalgia  – a dorzinha que vem do passado

Nostalgia – a dorzinha que vem do passado

Vez ou outra sentimos uma nostalgia – a dorzinha que vem do passado. Aquela pequena pontada no coração quando lembramos de algo, de alguém ou de nós mesmos em alguma situação do passado.

A lembrança de que vivemos

A nostalgia é também a lembrança de que vivemos, de que vivenciamos experiências agradáveis, alegres e construtivas. Ela afasta o arrependimento, a culpa e a sensação de vazio.

Não sei se é o fato de estar completando 67 anos exatamente hoje, tenho visitado a minha memória do passado e sentido uma inevitável nostalgia. Meus pais que já partiram e amigos do peito que deixaram a nossa companhia muito cedo.

Gratidão

O sentimento de gratidão por tudo que já vivemos é o verdadeiro antídoto para evitar que a nostalgia se transforme em algo negativo, e que nos puxe para baixo.

Sinta gratidão por ter conhecido a pessoa que já partiu.

Dirija a gratidão para todas as situações agradáveis do passado.

Sinta-se abençoado por ter vivido uma vida boa e produtiva até então.

Olhar positivo para o futuro

A despeito de tudo que tenha acontecido conosco no passado, temos que ter em mente que o futuro é melhor que qualquer passado. É importante ter em mente que vamos experimentar coisas muitos boas nos anos que seguem, nas empreitadas que vêm pela frente.

Acredite num futuro melhor, coisas boas acontecendo, planos se concretizando.

Você sabe que vai conhecer pessoas fantásticas, vivenciar situações imperdíveis – assim é o futuro.

Saudades

Utilizo um recurso para tratar a saudade que tenho das pessoas que partiram. É claro que a partida traz um gosto amargo na boa, e para isso temos que, imediatamente, trazer pelo menos 3 pensamentos bons sobre a pessoa que já partiu. Pense nos momentos bons que tiveram juntos, coisas que construíram, pessoas que ajudaram, lições que aprenderam, e assim por diante.

Rubens Sakay

Perceba a confiança

Perceba a confiança

Perceba a confiança quando ela se estabelece. Se dê conta de que alguém ou mesmo a natureza está te confiando alguma coisa. É uma atitude que podemos exercitar e aprimorar, como aprendi com meu sobrinho Daniel.

Confiança

É uma das coisas mais importantes na vida de qualquer pessoa, ou mesmo de uma nação, de uma sociedade.

A confiança, ou o nível dela, mostra o estágio de desenvolvimento de uma instituição, de um relacionamento.

Meu sobrinho Daniel estava conversando com seu irmão Rafael sobre essa questão da confiança, e eu, que tomei isso como uma lição de ouro, passei a fazer esse exercício em todas as coisas do meu cotidiano.

Temos que exercitar, temos que aprimorar, e devo dizer que a esta prática tem sido uma coisa muito prazerosa e positiva para mim.

Natureza

Especialmente quando olho a expressão da natureza, das plantas e dos animais, reconheço como um voto de confiança em mim mesmo.

Quando vejo uma flor desabrochando, aceito isso como se a planta estivesse me confiando esta flor.

Tenho o mesmo tipo de pensamento quando vejo um fruto novo crescendo no meu quintal, quando noto um passarinho ensaiando um novo ninho perto da minha casa.

Vida nova

Quando vejo uma semente brotando, uma nova plantinha se estabelecendo, entendo imediatamente que a natureza está me confiando alguma coisa muito importante. Sei que tenho que cuidar. É uma vida nova que está me sendo confiada.

Um novo olhar

Depois que passei a fazer essa prática e a envolver minha esposa no mesmo exercício, sinto que o dia ganha mais brilho. Sinto que a vida adquire um novo colorido.

Me mudei recentemente para uma nova casa e esta semana notei um casal de joão de barro confabulando em torno de um ninho antigo no meu quintal. Acho que era um ninho que haviam abandonado mas estavam pensando em retornar.

Disse logo para minha esposa: “o joão de barro está confiando na gente”.

Me vem a vontade de parafrasear o poeta inglês nascido em 1770, William Wordsworth: “que as línguas maledicentes, o julgamento desmesurado e os pensamentos negativos não me privem de apreciar o que a natureza me presenteia e me confia neste exato momento”.

Gratidão

Quero sempre exercitar a gratidão em tudo que acontece na minha vida, e este exercício da confiança tem me ajudado a não me esquecer de agradecer.

Rubens Sakay

Copo quebrado

Copo quebrado

Deixe o copo quebrado ser apenas um copo quebrado. Não exagere nos pensamentos negativos. Dê espaço para o positivo entrar na sua vida. Todos nós temos uma tendência a se apegar às coisas negativas.

Aceite o copo quebrado

Aceite que coisas ruins aconteçam a ti, mas não deixe que os pensamentos negativos permaneçam indefinidamente na sua mente. Não transforme um pequeno transtorno num problema sem tamanho.

Examine o que te aconteceu e dê a devida importância. Trate-o pela dimensão real, sem exagerar, sem catastrofizar.

Não deixe que uma coisinha à toa te tire do sério ou estrague o seu dia que está apenas começando.

A vida é difícil para qualquer um e ninguém está livre de experimentar transtornos e tropeços, mas a vida é mais do que isso.

Tenha um perspectiva positiva sobre o futuro

Não fique imaginando que agora tudo vai ficar ruim, que o teto vai desabar.

Uma coisa ruim não leva necessariamente a uma corrente de coisas ruins.

Se você reconhece que algo ruim acaba de acontecer contigo, já está a meio caminho de se preparar e prevenir para que outras coisas ruins não se sucedam.

A mente humana é assim mesmo, se agarra feito velcro em maus pensamentos e deixa os bons pensamentos escorregarem feito teflon. Assim sou eu e assim é você.

Saboreie cada bom momento

Aproveite cada momento bom na sua vida.

Saboreie, e deixe o bem entrar em você.

Evite que o mal humor e o gosto ruim na boca contamine a sua vida. Deixe o bem dominar.

Quando fazemos uma cara feia diante de um obstáculo, criamos limitações para perceber as oportunidades.

Busque ser mais sereno, respire fundo.

Quando algo bom acontecer contigo, não deixe passar tão rapidamente. Deixe ele ficar contigo um pouco mais, não se apresse, simplesmente deixe o tempo rolar em câmera lenta e saboreie o momento.

Saboreie a vida.

Rubens Sakay

 

Sem motivos para ser feliz

Sem motivos para ser feliz

Se você acha que é uma pessoa sem motivos para ser feliz, aprenda como ser feliz sem motivo. Quero te que contar o que aprendi com a leitura do livro de Marci Shimoff, “Happy for no reason”, Feliz sem motivo. Diz a autora que a escala da felicidade, no seu entendimento é a seguinte:

Aceitar para não sofrer

A dor pode ser inevitável, mas o sofrimento é opcional, e a receita infalível é aceitar para não sofrer.

Pode parecer estranho ou mesmo fatalístico, mas é científico. A aceitação tem o poder de aliviar a dor, além de reduzir o apego com as coisas boas da vida.