"A verdadeira felicidade está na própria casa, entre as alegrias da família."

Preocupe-se em mudar a única pessoa que você pode: a si mesmo

Preocupe-se em mudar a única pessoa que você pode: a si mesmo

Se estiver com a mente ocupada no seu crescimento pessoal, eu diria que está com o tempo todo tomado. Temos uma tendência a querer mudar os outros, encaixá-los no nosso padrão de perfeição, e isso não é nada razoável, pois deve se preocupar em mudar a única pessoa que você pode – você mesmo. Cada um tem sua história, suas preferências e seus próprios problemas. Mantenha suas mãos ocupadas no trabalho de se tornar uma pessoa melhor, um passo de cada vez.

Se existe uma coisa que vale a pena investir toda a sua energia é mudar a si próprio. É algo que está totalmente no seu controle. Não depende de ninguém, e mais, o maior beneficiário é você mesmo.

O que a ciência diz sobre o amor real

O que a ciência diz sobre o amor real

Temos que acreditar e investir no amor real pois ele é tudo de bom, com incontáveis benefícios não só no aspecto social quanto físico e emocional. O amor tem várias fisionomias, e qualquer que seja a sua apresentação, acho que o amor é o máximo. O amor conjugal, fraterno, materno, e principalmente aquele que podemos praticar a todo momento.

O amor é sutil, é uma profunda satisfação quase sem explicação, e não vale a pena tentar explicar, pois a racionalidade não alcança essa sutileza.

O nosso dia a dia é uma correria, onde a expressão dos sentimentos é quase uma coleção de pequenos fragmentos. Mas sei que experimentar alguns momentos de amor profundo te permite ir e vir na profundeza do seu eu – e como ir lá no fundo beber um pouco da energia para subir e seguir conduzindo a vida de forma mais leve e revigorada.

Amor real

Diz Dr. Greg Baer, um médico que escreve sobre o tema amor, que o amor real, o amor genuíno, é aquele que quer a felicidade do outro sem esperar qualquer coisa em troca. O amor é uma profunda expressão

2 tipos de reclamação: uma só atrapalha e irrita

2 tipos de reclamação: uma só atrapalha e irrita

Às vezes nos passa a impressão de que estamos reclamando demais, levando a vida de maneira muito azeda, e para confirmar, vale a pena fazer esta pergunta a alguém de sua confiança. Isso vai te dar uma noção se você está dando de vítima, se está com uma atitude negativa. Além disso, há dois tipos de reclamação, uma até te ajuda a resolver os problemas, a outra te transforma em uma pessoa pouco querida. 

Deus pode quando você não pode: olhe sempre para cima

Deus pode quando você não pode: olhe sempre para cima

A vida pode nos colocar de joelhos, problemas infindáveis, dificuldades inesperadas e a energia que parece que vai embora. Quando a coisa ficar pesada e você se sentir muito confuso, quase desesperado, não olhe só para os lados, olhe para cima. Se acostume a ver que você não está sozinho.

Olhar para cima para quê?

Olhar para cima para quem?

Gratidão é a memória do coração

Gratidão é a memória do coração

No Natal passado recente (2015), recebi de presente um livro do amigo Julio. Não pude ler o livro de pronto como costumo fazer, mais por conta da correria da mudança de residência e da ocasião festiva, porém fui logo na página 42 e li sobre a paz. No meio do texto, encontrei algo que me remeteu aos ensinamentos do meu avô, e o escrito dizia que paz é dar e receber e não ter vergonha de pedir e agradecer.

Meu avô me ensinou que todo dia temos que pedir e agradecer, e aprendi no caminho da vida que temos que expressar essa gratidão.

Muitas vezes nos sentimos gratos pelas ações das pessoas, mas deixamos de completar o processo, que é receber e agradecer. Demonstre a gratidão, e você vai se sentir melhor, e mais do que isso, vai dar abertura para mais atos similares.

A gratidão, como ensina Robert Emmons, requer humildade. É preciso reconhecer que não poderíamos ser quem somos ou estar onde estamos na vida, sem a contribuição dos outros.

Uma mente aberta e um coração pronto para acolher

Uma mente aberta e um coração pronto para acolher

Hoje encerramos uma etapa de 6 anos de postagens diárias, com 2220 postagens, e você pode acessar qualquer dia apenas colocando a data após a URL do blog. Por exemplo, se quiser acessar o dia 13 de outubro de 2014, coloque projetosejafeliz/2014/10/13, ou seja, primeiro o ano, depois o mês e finalmente o dia, todos separados por barra.

A partir do dia 4 de janeiro passarei a postar semanalmente, todas as segundas-feiras.

Na postagem inaugural do blog, falei sobre manter o coração aquecido.

Hoje comento sobre manter uma atitude misericordiosa, o que significa manter o coração pobre, mísero.

Um coração rico e soberbo não tem mais espaço para qualquer outro sentimento, amor, compaixão, ou generosidade.

Um coração pobre – misericórdia -, por outro lado está sempre aberto e livre para acalentar outros sentimentos.

Misericórdia significa espaço livre para abrigar sentimentos: compaixão, amor, generosidade, amizade, perdão.

A atitude compassiva só é possível associada à atitude misericordiosa. Só é possível sentir a dor do outro com espaço livre no coração.

Precisamos abrir o coração e dar espaço para os sentimentos.

O coração rico e soberbo, já está repleto de outros sentimentos tóxicos, que tal qual um elemento gasoso, ocupa todo o espaço vazio, não deixando lugar para mais nada.

A atitude misericordiosa é generosa porque a generosidade cabe nesse coração.

A atitude misericordiosa é amorosa porque o amor cabe dentro desse coração.

A atitude egoísta e soberba, e é própria de um coração rico e pleno sem espaço para mais nada. É o coração do orgulho, da inveja, da vaidade.

Cultivar uma atitude misericordiosa é manter mísero o coração, livre da sobrecarga emocional frugal, e atento para a dor e o sofrimento dos outros.

O bem é silencioso, e iluminado. Ocupa um pequeno espaço no coração, mas irradia por tudo que lá transita.

Fazer o bem te faz bem.

Um coração mísero é também um coração feliz.

Pensava eu que deveríamos ter um coração grande, um coração de mãe, que sempre cabe um sentimento, tão grande que ele é.

Aprendi da recomendação milenar, que o bom é ter o coração sempre pobre com espaço para acolher todos os sentimentos.

Outro dia, ouvia trechos de entrevistas de Madre Tereza de Calcutá e depoimentos de pessoas que conviveram com ela. Vi a força de uma atitude misericordiosa, um coração mísero, capaz de abrigar a dor do mundo e agir compassivamente para ajudar a abrandar essa dor.

Ela é religiosa e cumpre o seu papel – diriam uns.

Mas a atitude misericordiosa cabe em qualquer indivíduo. Comento a declaração de George Clooney o prêmio Humanitário do Emmy pelo seu trabalho incansável em prol das pessoas do Sudão, do Haiti, vítimas do Katrina, e tantos outros assolados pela desgraça.

Disse Clooney que este era um prêmio estranho de se ganhar, pois não estava fazendo nada mais do que sua obrigação. Disse ainda que “é importante não nos esquecermos de quanto bem podemos fazer, ainda que a mídia dê mais atenção às coisas ruins e comportamentos desprezíveis”.

Tenham todos um Feliz 2016, e espero encontrá-los sempre por aqui.

Rubens Sakay (Beco)

Não deixe a vida correr solta, sem controle, sem timão

Não deixe a vida correr solta, sem controle, sem timão

O cotidiano tem o poder de nos colocar em piloto automático, nem percebemos e o ano já sei foi.

A felicidade está em viver intensamente cada momento. No entanto, os afazeres do dia-a-dia, frequentemente nos colocam anestesiados, insensíveis às emoções da vida. Isso pode significar tocar as tarefas no escritório, voltar para casa e tocar a lista interminável de coisas para fazer.

Lavar pratos e roupas pode ser uma atividade insana, pois tudo vai se sujar novamente. Mas tudo isso pode ser vivido intensamente, com o espírito desperto, e com o piloto automático desligado.

Quando fazemos as coisas de maneira consciente e desperta, a sensação de estar vivo é aprofundada, e a satisfação acentuada.

Tocar as respostas e reações apenas por conta das circunstancias é uma alienação da vida.

Devemos refletir sobre as decisões à luz das nossas metas, valores e princípios.

A depressão pode vir com a percepção de que nada está no controle.

Desligue o piloto automático e assuma o controle da sua vida.

Dá trabalho, pode parecer estressante, mas é gratificante.

1-Pegue um objetivo na sua vida, seja específico, escreva sobre ele e reflita como isso vai te deixar mais feliz, mais realizado. Depois desse primeiro exercício, desenvolva o hábito de fazer isso com todos os objetivos.

2-Defina algumas regras para sua vida, algumas diretrizes, reflita sobre elas, porque umas e não outras.

3-Procure as razões no seu coração.

Algumas perguntas para refletir:

1-Sei exatamente o que estarei fazendo daqui a cinco anos e isso me deixa deprimido?

2-O desenvolvimento da minha carreira é tudo que meus pais sonharam para mim?

3-A minha vida tem sido uma cadeia sem trégua de etapas consecutivas: escola, graduação, trabalho, carreira, casamento e filhos?

4-Os meus interesses e hobbies são os mesmos de tempo de garoto. Não experimentei nada de novo e não gosto de nada novo?

Celestine Chua, em postagem super-interessante aborda essa questão: Are you sleepwalking your life away?

Comenta Celestine que não devemos viver a vida como sonâmbulos, sem consciência, sem noção dos nossos sonhos e das nossas metas.

Ela enumera oito perguntas instigadoras para fazermos a nós mesmos para evitar o sonambulismo existencial.

1-O que é a vida para você? Você tem noção da vida no grande espectro além daquilo que está na sua linha de visão?

2-Qual é o seu propósito de vida no médio e longo prazo? As coisas que você faz estão alinhadas com os propósitos?

3-Você se nota fazendo as mesmas coisas semana a semana como se estivesse no piloto automático?

4-Você se vê fazendo muitas coisas que enchem as horas, mas não adicionam valor à sua vida? – fofocas, reclamações, festas, comida, jogos, TV.

5-Você se sente infeliz, se deixando ir com a corrente, abdicando de qualquer controle e responsabilidade?

6-Você se sente muito ocupado para fazer as coisas que realmente gosta?

7-Você se pega desligado, sem a percepção dos pensamentos e emoções?

8- Você se sente desmotivado e sem ambições?

É bom acordar desse estado de sonambulismo e escolher as coisas que quer fazer depois disso – enfim, viver plenamente.

Rubens Sakay (Beco)

Fique perto dos amigos e usufrua do conforto das boas companhias

Fique perto dos amigos e usufrua do conforto das boas companhias

Experimentamos altos e baixos na nossa caminhada, e a vida não é sempre um mar de rosas. Ninguém está livre de enfrentar perdas traumáticas e dificuldades expressivas. Várias providências podem nos ajudar a navegar por um período de intenso sofrimento e sobreviver. Voltar-se para a espiritualidade é uma boa opção. Buscar o conforto do ombro amigo, do convívio dos verdadeiros amigos é essencial.

Podemos e devemos buscar o apoio social necessário para levantar a cabeça e tocar a vida em frente mesmo com todas as adversidades que nos afligem.

Já comentei em outra postagem: para que servem os amigos.

Aproveite para fazer um balanço dos seus amigos.

-Você está aberto às amizades? Que tipo de bloqueio você tem que interfere nos relacionamentos? Que barreiras valem à pena remover?

-Tome a iniciativa – não espere que os outros dêem o primeiro passo.

-Preste atenção nas pessoas e mostre interesse. Se comprometa.

-Seja transparente. Se você quer amigos de verdade, é preciso que eles te conheçam.

-Aceite os outros. Deixe-os ser como são. Não faça um script para cada um deles.

-Não crie dependência emocional com ninguém. Uma amizade real preserva a independência de cada um.

-Invista nas amizades, e elimine a competição desnecessária.

-Crie intimidade tanto para confrontar como para aconselhar.

-Saiba os limites de cada um. Reconheça quando alguém te pede além da conta. Respeite os limites pessoais.

Saiba também identificar aqueles que te empurram para cima e aqueles que te puxam para baixo.

Guarde distância daqueles que não negam o seu apoio, te trazem problemas e te incluem nos próprios problemas.

Busque a proximidade dos que te fazem uma pessoa melhor, que contribuem para o seu crescimento.

A ajuda mútua e a confiança constroem boas amizades, e nem precisa manter um cadernos de notas da reciprocidade, pois sentimos no fundo do coração quando estamos sendo incluídos ou excluídos, ajudados ou explorados.

Sinta o conforto das boas companhias, a segurança de uma vida fortalecida na amizade duradoura.

Rubens Sakay (Beco)

Encontre sentido em tudo que se passa contigo e descubra novas interpretações para suas experiências

Encontre sentido em tudo que se passa contigo e descubra novas interpretações para suas experiências

Tudo na vida faz sentido e tem algum significado importante para você.

As experiências da vida são importantes, mas a interpretação que damos a elas é que vai construir o seu caráter.

As pessoas pessimistas dão sempre uma interpretação negativa.

Vêem sempre o copo meio vazio.

Para as pessoas otimistas, os problemas são oportunidades de crescimento e aprendizagem.

Assim como a pedra de amolar, pode nos desgastar até o osso, pode também nos polir e dar-nos uma forma melhor.

Vale sempre relembrar a historia do copo meio cheio e meio vazio. É tudo uma questão de leitura e interpretação.

Isso influi no nosso humor, nas nossas iniciativas e conseqüente nos nossos resultados.

Algumas recomendações que funcionam para mim:

-Embora as coisas se mostrem difíceis, alguns resultados parciais e modestos me animam a tocar adiante. Todo processo acontece passo a passo, com muito esforço.

-Quando olho as coisas com bons olhos, com otimismo, me sinto mais fortalecido para enfrentar as dificuldades e os problemas.

-Quando interpreto que o copo está meio cheio, já consigo enxergar o copo plenamente cheio.

-Quando interpreto a tarefa como meio realizada, já vejo a tarefa concluída no futuro próximo.

Algumas frases que gosto de praticar, pois as interpreto como sinal de otimismo:

-Falta pouco.

-Ainda dá tempo.

-Vamos conseguir.

-Vai dar certo.

-Estamos quase lá.

-Tenho esperança que vai dar certo.

-Tem solução.

-Senti firmeza.

Um bom exemplo que gosto de citar é do ator Michael J. Fox, o garoto dos filmes – De volta para o futuro.

Muito jovem, teve o diagnóstico da doença de Parkinson, que o afastou das telas e dos trabalhos artísticos. Dedica-se a fundação com o seu nome para a pesquisa do Parkinson e escreveu um livro: Olhando sempre para cima: As aventuras de um otimista incurável.

Em entrevista ao beliefnet,

Diz ele na entrevista que aprendeu a ver as possibilidades em tudo.

O mundo é fantástico, e para cada coisa que te queima, tem uma coisa que te cura.

Tudo que lhe é tirado vem acompanhado de algo bom que lhe é agraciado.

Falando sobre a interpretação que damos às nossas experiências, Michael J. Fox nos dá uma lição quando diz que devemos olhar a vida com mais realidade –“quando olho para uma barreira que não pode ser movida, devo imediatamente procurar uma maneira de contorná-la”.

Rubens Sakay (Beco)

Não se menospreze e pare de se fazer de capacho dos outros

Não se menospreze e pare de se fazer de capacho dos outros

Goste de si mesmo, se valorize e não se faça de objeto dos outros.

Não seja masoquista.

Perceba quando está sendo feita de capacho, e procure evitar tais situações, sem rancor e sem ressentimentos.

Apenas se afaste das pessoas e das situações.

Já comentei no passado sobre: tratando pessoas intratáveis.

Não devemos tolerar agressões, e na iminência de acontecer, devemos tirar o time, dar uma trégua, ou fazer qualquer coisa, menos ficar para receber a agressão.

Algumas pessoas, têm dificuldade de lidar com os próprios traumas e deficiências, e desenvolvem uma atitude beligerante, agressiva, com quer que seja.

Não estamos aí para isso. Ninguém merece.

Quando a agressão e os maus tratos forem freqüentes:

-Não se sinta culpado. Muitas vezes acontece sem sua interferência.

-Não fique para receber a agressão.

-Deixe a pessoa perceber o que está errado – a agressão.

-Ajude-a a se livrar desse defeito – é tudo que você pode fazer.

-Se trate bem, se trate com respeito.

-As pessoas carregam o egoísmo dentro de si – algumas equilibram – outras extrapolam – preste atenção.

-Procure ajuda profissional para você e para o agressor.

Será que você está se fazendo de capacho?

-Se você está sempre concedendo, dando e não está recebendo nada, você pode estar estimulando o fenômeno do capacho.

-Se você não vocaliza, não dá opinião e se deixa levar pelos outros com freqüência também está ajudando.

Não sou um leitor freqüente de Oprah, mas o site dela tem um artigo interessante sobre o assunto, com perguntas adicionais para você identificar o comportamento de capacho.

Oprah – Don’ be a doormat.

Vale à pena ler o artigo, e transcrevo aqui as perguntas:

1-Eu minto sobre os meus sentimentos com medo de desagradar alguém?

2-Eu espero que as pessoas se dêem conta de que cheguei no limite mas não digo nada?

3-Eu fico paralisada quando me perguntam o que quero, gosto ou penso?
4-A minha lista de coisas para fazer está cheia de coisas que não quero e que não gosto?

5-Eu como, choro, fumo e bebo quando estou com raiva?

6-Às vezes me sinto esgotada e explodo com os meus amados e depois me sinto muito mal.

7-Entro em pânico quando penso que alguém pode me desaprovar ou não gostar de mim?

8-Me sinto orgulhoso quando passo por cima das minhas necessidades para agradar os outros?
9-Fico ressentido fazendo coisas para outras pessoas?

10-Reclamado das pessoas e suas demandas quando estas não estão presentes?