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Além das aparências

Quanta beleza há no mundo que eu não consegui perceber?

O que posso enxergar além das aparências?

Estou atento para as qualidades e virtudes das pessoas?

Estou me comportando de modo a deixar transparecer a pessoa que sou? Estou me escondendo debaixo de um verniz de aparências?

Acredito que temos todos que olhar com cuidado o que está escondido debaixo das aparências, enxergar a beleza do mundo que nos cerca, as qualidades e virtudes de todas as pessoas.

Vivemos em um mundo hostil para o caráter genuíno e frágil das pessoas, e muitos escolhem se esconder por trás do status social e financeiro, impedindo que transpareça quem realmente é, o que pensa, do que gosta e que realmente se importa com o mundo e com os outros.

Quanto tempo desperdiçamos tentando impressionar os outros, mostrando o que não somos, e tantas futilidades e coisas inúteis prendem a nossa atenção, enquanto a beleza do mundo passa despercebida.

Olhamos as pessoas com os filtros do preconceito e perdemos a chance de apreciar a beleza interior das pessoas.

Passamos pelos caminhos da vida tão apressamos que sequer damos conta da fartura e abundância que é o nosso caminho. Cruzamos com pessoas fantásticas e aprendemos lições valiosas, e isso realmente é importante.

Os momentos são extremamente passageiros, e a vida deve ser apreciada nos mínimos detalhes.

Os seus caminhos se cruzam com o de outros muito rapidamente, e chances valiosas de conexão são perdidas por nada, pela pressa, prepotência e impaciência.

Por vezes estamos tão obcecados com o final, com a chegada, que não compreendemos que o melhor se passa no trajeto.

Os objetivos e as metas são muito importantes, mas a vida se passa enquanto os perseguimos.

Quando jovem, era mais ansioso e muito focalizado no desfecho dos projetos, mas hoje, mais maduro, vejo que temos que aproveitar os momentos e as mínimas passagens, pois nelas se escondem os nutrientes do bem estar e da felicidade.

R.S. Beco

Ao seu alcance

Não queira mudar o mundo naquilo que está fora do seu alcance. Isso não quer dizer recusar desafios, ou fugir das dificuldades. O fato é que nos estressamos em demasia querendo mudar o que não é possível para nós, pobres mortais.

De vez em quando nos metemos a fazer o que não nos cabe, por exemplo, querer mudar as outras pessoas, perturbar a individualidade e o espaço dos outros.

No entanto, um mundo de coisas está na nossa responsabilidade, especialmente falando de nós mesmos, melhorar a pessoa que somos, ajudar mais os outros e cuidar da própria felicidade.

Nós nos aborrecemos com os outros, nos decepcionamos, e acabamos nos entregando ao impulso de querer que todos sejam como nós desejamos.

Respeitar os limites dos outros é condição essencial para cuidar também dos próprios limites.

Há um ditado que diz: “ame o seu vizinho, mas não derrube a cerca”. Quer dizer que por mais que nos demos bem com os outros, não devemos cruzar os limites da individualidade de cada um.

Nisso reside grande parte do estresse nos relacionamentos. Nos colocamos muito rápido para julgar os outros. Construímos na nossa mente um padrão de conduta, e queremos passar todo mundo por esse teste. Quem não se enquadra acaba recebendo a nossa reprovação.

Temos que aceitar as pessoas como são.

Do mesmo modo, temos que parar de dar murro em ponta de faca, querendo mudar o mundo. A nossa energia deve ser melhor aproveitada fazendo o que está ao alcance da mão.

Quem olha muito para a vida dos outros, se descuida da sua própria.

Quem gasta o seu tempo manipulando os outros, perde um tempo precioso que poderia mudar a si mesmo, para melhor.

O mundo melhor é construído com a ação positiva de cada um, naquilo que está ao seu alcance, na sua responsabilidade.

Acredite num mundo melhor, fazendo a sua parte.                                                                R.S. Beco

Os caminhos que trilhamos, porque assim escolhemos, são todos caminhos de esperança, em nós mesmos, e num mundo melhor.

As mínimas escolhas que fazemos são micro ações impregnadas daquilo que acreditamos, dos valores que carregamos e das lições que aprendemos todos os dias. Por isso sempre dizemos que a vida é uma sala de aula.

Acreditamos nas razões que justificam cada passo que damos, lastreados na reflexão honesta consigo mesmo, pois a vida é uma só, e não queremos ficar indefinidamente culpando os outros por tudo que não conseguimos ou fizemos.

É o livre arbítrio, o direito de seguir a vida consciente, e a consciência plena é uma fonte de felicidade, saber o que fazemos e ter prazer e contentamento em tudo que fazemos.

Ninguém faz ou decide alguma coisa esperando o pior. Como sempre repetimos, o futuro é melhor que qualquer passado. Queremos o melhor para nós mesmos.

Desejamos estar em paz consigo mesmo, e olhar o futuro com otimismo, calibrados na esperança de que caminhamos para melhor.

E isso é tudo que queremos para os nossos familiares e amigos. A generosidade, e não o egoísmo, é parte inalienável do ser humano. Aqueles com filhos pequenos sabem exatamente o que é fazer alguma coisa, pensando no bem estar e no futuro daqueles que ainda não sabem escolher os seus caminhos. Pinta sempre um desconforto, pois o futuro é imprevisível, mas o que nos acalma, é a valiosa e estimável esperança.

Tenho muitos projetos pela frente, e não sei ao certo quais se tornarão realidade concreta, mas deposito a esperança em cada uma delas, pois sei que assim me sinto tranquilo e sereno de que os passos apontam para um futuro melhor.

Já fui mais afoito e impetuoso, afinal, um jovem que enxergava cada trecho da vida como uma corrida de cem metros. Chegava sempre esbaforido em cada pequeno trajeto. Hoje vejo com serenidade que isso era a minha realidade de quem se sente ansioso por realizar grandes projetos, e acha que não vai ter tempo suficiente. Um paradoxo, pois é justamente naquela época que eu tinha um caminho mais longo pela frente.

Quando me recordo das sensações e crenças que experimentei na juventude e confronto com aquelas que sinto hoje em dia, me dou conta de que o caminho que estou trilhando desde sempre, as escolhas e decisões são todas de esperança num futuro melhor.

R.S. Beco

Pense em algo novo

Gosto muito de William James, o pai da psicologia, e há um dizer dele que esta sempre nas minhas conversas.

“os seres humanos, ao mudar as atitudes internas de suas mentes, podem mudar os aspectos externos de suas vidas.”

O que você acredita que está lá, o que você pensar ser a realidade, na verdade é a sua percepção do que existe, e sempre será filtrado pelas suas lentes, que podem muito bem estar embaçadas pelo preconceito, medos e insegurança diante do novo.

Deixe uma nova luz entrar pela sua percepção e veja um mundo novo que pode descortinar para você.

Procure a verdade para você.

Procure o sentido para a sua vida.

Reverbere as suas atitudes com os valores e virtudes que guarda dentro de si.

Adote uma nova perspectiva, pense um novo pensamento e deixe o novo fazer parte da sua realidade.

Vivemos um mundo onde isso é muito difícil de se fazer. O consumismo, a mídia tradicional, as redes sociais, enfim, tudo nos empurra para um comportamento de manada, fazer o que os outros estão fazendo.

Quando nos questionamos se isso está aderente com os nossos valores, ou mesmo se estamos escolhendo os caminhos que são os melhores para nós mesmos, começamos a nos desatar dessa perversidade que é a manobra das massas.

O mundo da moda vive disso, e também nos costumes sociais, sejam eles sutis, grosseiros, arraigados ou passageiros, tudo é material de manobra, e ninguém está livre de ser refém.

O homem moderno está sujeito a mais de sessenta vieses comportamentais. Isso significa que somos marionetes dos especialistas que sabem muito bem qual ferramenta utilizar quando querem nos manobrar, como aquele que domina os cordéis, e faz o boneco ir para à direita, levantar a perna esquerda.

A nossa ação é fruto da nossa razão e emoção, misturadas de uma tal maneira que sequer atinamos, e nisso residem os vieses cientificamente estudados.

O antídoto para isso tudo é a consciência plena daquilo que estamos fazendo, decidindo, escolhendo.

Aprecie e valorize a liberdade. Se libere dos preconceitos, deixe um pensamento novo entrar, e mude a sua vida.

A semente não reclama

Gosto muito de árvores, e já postei várias vezes sobre a satisfação de abraçar as árvores por onde passo.

Gosto também de examinar as sementes, e sempre me vejo maravilhado com a natureza.

As sementes, minúsculas joias da natureza, não reclamam da falta disso ou daquilo, e esperam pacientemente pelas condições para que possam germinar, prosperar e crescer majestosamente.

Se uma criança, na sua inocência, abrir uma semente ao meio, não vai encontrar uma árvore, mesmo em dimensões manométricas.

A semente é só uma semente, mas guarda todos os ingredientes para, em condições especiais, trazer para a existência um outro imponente ser.

A semente não reclama da tempestade que a atinge, pois sabe tirar proveito da umidade que vai quebrar a sua dormência, e tampouco maldiz o sol escaldante, pois sabe que a energia fundamental para ela germinar está chegando.

Nós somos assim. Temos dentro de cada um as virtudes, os nutrientes básicos para o crescimento pessoal sem limites.

Podemos achar que a tempestade pode destruir o que guardamos dentro de si, mas é muito ao contrário. As adversidades é que constroem o caráter. Podemos também temer que o calor intenso possa nos destruir, mas tiramos proveito de tudo isso para nos tornarmos pessoas mais resilientes, generosas e compassivas.

Não devemos reclamar da vida, aceitando o que está fora do nosso controle e assumindo a nossa responsabilidade para mudar o que está no nosso alcance.

Guardo muitas sementes e gosto de usá-las como metáforas nas minhas palestras.

A ciência tem mostrado que temos de nós uma natureza bondosa e virtuosa em muitos aspectos, e que devemos nutrir com muito carinho, atenção e responsabilidade.

Somos o que pensamos, o que sentimos, como agimos e como escolhemos explicar os fenômenos que nos atingem por toda vida.

Alguns abraçam uma crença numa Força Superior, outros escolhem seguir a maior parte do trajeto sem qualquer expressão transcendental. O fato é que uma hora ou outra, e que não seja nos últimos minutos dessa jornada, vamos cobrar de nós mesmos algumas explicações, e podemos não gostar das respostas.

R.S. Beco

Quantas pessoas bem sucedidas gostamos de citar e imitar? Especialmente quando falamos de celebridades do esporte, mais evidente fica a máxima de que temos que suar a camisa. Não há talento que se sobressaia sem uma dose cavalar de esforço, diligência e determinação. Tem que suar a camisa.

Muitas vezes o resultado demora e só chega ao final da empreitada, mas o esforço não permite relaxamento.

Quando pessoas famosas são entrevistadas, sempre esperamos que revelem algum segredo, um inigualável talento para aquilo que acabou se destacando, mas no final, o que conhecemos é uma perseverança e um esforço continuado excepcional.

Isso vale para tudo que fazemos na nossa vida.

Muitos fracassos são explicados pela falta de empenho, decisões tomadas sem cuidado e falta de seriedade na condução dos projetos.

Gostamos de externalizar as explicações para o que deu errado, o mercado, os concorrentes, o governo, mas no fundo, em vários momentos, deixamos a desejar. Relaxamos um pouco, e o circulo vicioso se estabeleceu -resultados pobres, perda do ânimo, do ritmo e do esforço.

Se queremos resultados excepcionais, temos que mostrar um empenho igualmente invejável.

Podemos contar com um golpe de sorte, mas a sorte acontece mais para aqueles que perseveram.

Os objetivos precisam ser claros, e perseguidos com constância de propósito.

A falta de foco e a dispersão dos esforços levam a resultados ocasionais, inadequados, e nos tiram o entusiasmo.

Raras são as empreitadas que exigem um Sprint, um esforço concentrado e singular. Quase tudo que fazemos requer mesmo um esforço moderado, mas constante, diligente, e para isso, temos que ter muita disciplina.

Esse hábito, a qualidade da perseverança deve ser exercitado, e especialmente na educação dos filhos, temos que dar o exemplo.

Dizem que os filhos se educam nos olhando pelas costas, aprendendo com o exemplo que damos.

Perseverança nos leva a realizações e a aplicação plena do nosso potencial.                                            R.S. Beco

Quando estamos exauridos, com a autoestima baixa, devemos nos alimentar com aquilo que está ao nosso alcance. Não fique procurando cuidadosamente pelo melhor nutriente emocional. Fique com o que está mais fácil.

Metaforicamente, quando estiver desnutrido, pegue os frutos que estão nos galhos baixos (low-hanging fruit). Sabemos que tais frutos são menores, pois alguém já cuidou de colher as melhores. Quando olhamos a árvore, enxergarmos frutos enormes nos galhos superiores, e pode ser um trabalho hercúleo chegar até eles. Por outro lado, os frutos ao alcance da mão, embora menores, irão te prover de nutrientes suficientes para você pensar com calma, e até mesmo maquinar um artifício engenhoso para chegar até os frutos maiores.

A pessoa que se encontra com a energia baixa, se sentindo por baixo, deve buscar a energia onde estiver mais fácil. Deve procurar os amigos mais próximos, familiares que podem dividir as preocupações e até ajudar a pensar numa saída para tantos problemas.

Sem dúvida pensamos em grandes prêmios, chegar em primeiro lugar e bônus ao final do trajeto. Mas quando nos sentimos diminuídos, qualquer ajuda pode servir para levantar o ânimo, e isso é o que chamamos de frutos dos galhos baixos. A ajuda que podemos ter ao alcance da mão, o nutriente que está na prateleira, o amigo que está disponível naquele momento.

Nem tudo vem de maneira abundante, e uma grande ajuda no momento exato não é a realidade na maioria dos casos.

Temos que ter a humildade para alçar o que está mais perto, especialmente em momentos de crise.

Quando entramos num período de carestia guardamos alimentos para facilitar a nossa vida, e o princípio é basicamente o mesmo.

Simplifique a vida, deixe a poeira baixar e vai ver que tudo acaba bem.                                              R.S. Beco

Eu acredito

Sei que não devo racionalizar a minha fé, e eu simplesmente acredito.

Acredito num futuro melhor e sei que serei capaz de enfrentar os desafios que vem pela frente.

A crença e a fé são coisas que guardamos com carinho dentro do peito, e isso nos permite seguir com olhar altivo, mesmo quando tudo parece ser ameaçador, e a insegurança com o futuro parece perturbador.

Escolho acreditar que serei capaz de percorrer os caminhos, mesmo que se pareçam mais um labirinto.

E o mundo que imagino, mediado pela fé que tenho na natureza humana, é gratificante, abundante e generoso.

O medo que temos do futuro costuma ser desproporcional diante da realidade do homem moderno. Nenhuma tragédia vai nos atingir de repente, e o conhecimento que a humanidade tem até o momento é capaz de reverter muitas tendências catastróficas.

Tememos um vírus se alastrando, uma mudança climática capaz de dizimar o homem da face da terra, ou mesmo um meteoro de dimensões metropolitanas nos atingindo e nos remetendo para uma era glacial.

Hollywood é capaz de imaginar, desenhar e disseminar imagens assim alarmantes, mas a realidade é bem diferente.

O mundo é hoje melhor e mais seguro do que era no passado. Temos mais conforto, mais saúde, ainda que a obesidade, a cronificação das doenças, e a contaminação dos alimentos sejam realmente preocupantes.

Mas para tudo isso, temos hoje a competência para agir de maneira concreta, no nível de governos, e mais importante, no nível individual.

Temos que ter fé e acreditar num futuro melhor, mas não devemos esquecer que somos nós mesmos os protagonistas na construção desse futuro.

As dificuldades são diferentes daquelas enfrentadas por nossos antepassados, mas eu também sou diferente, e fui capaz de adquirir novas habilidades, e meus filhos já acumulam outras tantas que sequer imagino possuir.

Assim caminha a humanidade, e eu simplesmente acredito num mundo melhor.

R.S. Beco

Casais que perdoam

O perdão é um ato de amor consigo mesmo, e quando o perdão abre caminho para reconciliações e entendimentos, ele é um forte antídoto para os males dos relacionamentos.

Estudos científicos conduzidos pelo prof. James McNulty da Universidade do Tennessee, mostraram que casais propensos a perdoar uns aos outros são mais felizes.

Perdão faz bem ao casamento, mas deve-se cuidar para não se fazer de capacho.

Quando o cônjuge perdoa sucessivamente os maus tratos do parceiro ou parceira, acaba infeliz.

Quando abaixamos a cabeça para agressões físicas e verbais, abrimos a guarda para mais incidentes do mesmo tipo. Acabamos nos fazendo de capacho e isso é danoso não só para os relacionamentos, mas também para a saúde.

Mas é preciso perdoar, e para fazer isso, é preciso ser específico, abordar um incidente concreto. Quando embrulhamos tudo num mesmo pacote, fica difícil perdoar.

Não devemos acumular um monte de coisas e juntar tudo isso para perdoar de uma vez só. Pode resultar impraticável. Enfim, não conseguimos perdoar tanto em uma tacada só.

Perdoar, especialmente numa relação amorosa, é um investimento com retorno certo. As pessoas saem fortalecidas depois do perdão, e a reconciliação se torna possível.

Não é uma questão de egoísmo, mas devemos pensar bastante em nós próprios quando perdoamos o outro. Quando perdoamos, retiramos de nós mesmos uma carga inútil e desnecessária que insistimos em carregar.

Mas as dores não somem e tampouco o perdão toma o seu espaço no raiar do dia. Precisamos investir de coração, pois o tempo do perdão pode ser lento.

Perdoar os maus tratos que não cessam, é abrir a guarda para mais ofensas e agressões. Temos que evitar ao máximo se fazer de capacho. Muitas vezes isso implica em procurar ajuda profissional e mesmo se afastar do agressor.

Perdoar é um ato solitário, especialmente quando não implica em nada para a pessoa perdoada, e algumas já deixaram essa vida.

Perdoar nos faz bem, mas não devemos impor ao outro que faça o mesmo. As pessoas são diferentes e trilham esse caminho na sua própria velocidade.

Fazemos isso para o nosso bem, serenamente, sem estresse.                                                   R.S. Beco

Pense em algo muito positivo que tem acontecido contigo, e escreva uma longa história gloriosa, alegre e gratificante acerca disso.

O mundo está virado, e você pode ter sofrido muitas injustiças, mas a despeito de tudo isso, sei que você é capaz de identificar algo de muito positivo que está acontecendo contigo. Se conecte com esse evento, escrevendo, explicando e compreendendo a virtuosidade desta vida.

A vida é feita com muitas glórias e algumas derrotas, mas o nosso cérebro fixa mais as coisas negativas que as positivas, e temos que fazer um esforço extra para trazer para a nossa memória RAM, os eventos positivos, os momentos de grande júbilo.

É preciso três coisas positivas para equilibrar uma única coisa negativa na nossa mente, e sabendo desse nosso modo operacional, temos que agir para não sermos pegos pela negatividade.

Escrever é sempre um recurso valioso, pois podemos colocar os acontecimentos de maneira livre, recordando as sensações e emoções que nos contagiaram na ocasião, o encadeamento dos fatos e as pessoas envolvidas.

Ao repassar em detalhes uma história positiva, temos uma sensação de que a vida vale a pena, e que mesmo diante de tantos atropelos, é possível ser feliz nessa caminhada.

A confusão é grande, e especialmente em tempos de eleição, os ânimos ficam exaltados, as amizades ameaçadas, e temos que ter em conta que vamos sobreviver a tudo isso. O mundo não vai acabar, e vamos terminar bem. O tempo não vai parar, e a vida vai cobrar ação, respeito e responsabilidade de cada um.

Sei que cada um tem sua convicção política, e no longo prazo estamos todos certos, o país, os projetos e o futuro.

Não vamos nos exasperar diante de tanta cara feia, mentiras, contra-mentiras, verdades e meias verdades.

Vamos sobreviver, e quero ter muitas boas histórias para contar.                                        R.S. Beco

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